É um filme de autoestrada, de turistas em transumância, de mesas de piquenique de concreto, de filas de espera para o banheiro, de melões quentes e lava-a-jato. É o filme de um homem que quer ir embora e de um garotinho que o impede. É o filme do verão.
Esse roteiro se dá pelo ponto de vista de dois personagens que dentro de suas vivências, sentem algum nível de carência. Uma do tio (amigo do pai do garoto), a 4 anos sem superar o término de seu casamento e a do próprio garoto que não encontra nos pais separados um contato suficiente que seja livre das tensões do divórcio. Nisso foma-se essa amizade e cumplicidade de alguns dias de verão.
PS:Difícil é entender essa sinopse aí em cima.
Difícil de entender
o pai quase não interage com o filho, todos os bons momentos do menino se passam com o amigo do pai. Na hora do tchau ele se despede feliz do pai, mas se recusa a despedir-se do amigo.
Entendi foi nada.
O curta vale pelos diálogos entre pai e filho sobre tudo na vida - seus amores, trocas de experiências e atitudes paternais difíceis de ver hoje em dia -, pela filmagem antiga, e pela tal transumância que acompanha os personagens durante o ritmo de verão, porque de resto, foi meio monótono, água com açúcar e com um final que quando chega a gente pensa: "tá, é só isso?"...rs
#MyFrenchFilmFestival2018