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Cantor country sai da prisão após ter cumprido pena por esfaquear um homem e tenta retomar sua vida junto da esposa e da filha. Mas logo sua dificuldade para manter a família faz com que sua natureza violenta se manifeste novamente. Apenas um xerife humanitário estará disposto a ajudá-lo a evitar o retorno à prisão.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Drama em preto e branco da Columbia Pictures cujo dramaturgo Horton Foote (1916-2009), que escreveu o roteiro, baseou-o em sua peça "The travelling lady". Ele é o mesmo autor e roteirista de outros filmes famosos: O sol é para todos (62), Caçada humana (66), O incerto amanhã (67), A força do carinho (83) e O regresso para Bountiful (85). O diretor Robert Mulligan (1925-2008) co-produziu o filme ao lado de Alan J. Pacula (1928-1998), que também era um diretor famoso.
Durante o início do filme, Steve McQueen está cantando com a banda. Seu canto é obviamente dublado com o de outro cantor, Billy Strange, que nem se aproxima da voz do ator. Os vocais de Steve McQueen foram dublados por Billy Strange, um compositor e músico que escreveu músicas para Elvis Presley e outros, arranjou e tocou guitarra em discos de Nancy Sinatra e Beach Boys, entre outros. Esta foi a estréia no cinema de Glen Campbell, em um papel não creditado.
Estória de um casal no Texas e sua vida juntos, e sua incompatibilidade básica devido à instabilidade do marido, que o leva a voltar para a prisão. Apesar do infeliz título nacional que não tem nada a ver com o enredo, este melodrama rural comovente apresenta fortes performances de Steve McQueen, Don Murray e especialmente Lee Remick (1935-1991), mas é muito discreto e carece de motivação narrativa. Um pequeno drama pessoal bastante triste que explora a vida das pessoas comuns que lutam para criar um lugar para si no mundo.
Nossa, quem vê pelo horrível título em português, parece que o cantor é um serial killer.
Um pouco brega daqui, outro pouco Dinalsucar dali... Todavia, o Hank se recupera ao longo da projeção e; sob ótimos planos gerais da dupla Mulligan-Pakula, apresenta um certo conflito interno; como também, por que não? traz à baila a questão diária do artista que briga com essas ou aquelas convenções, pra seguir seu talento ou vocação, pelo menos.