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Sinopse
Uma colagem de cenas interpretadas por bailarinos do Tanztheather Wuppertal, refletindo o método de dança-teatro de Pina Bausch, no qual não se constrói propriamente uma história, mas sim climas e diferentes associações.
Muito mais que uma simples colagem de cenas interpretadas por bailarinos e um fundo musical excepcional. Com Pina Bausch a dança é movimento, emoção, sentimento e no seu ínfimo traz um romance crítico ao mundo moderno que nos impõe padrões estéticos. As cenas como, a mulher censurada aos olhos, porém seus seios estão à mostra, o homem de terno que leva um armário nas costas, a moça que aperta o cinto para ficar mais magra, entre outras. Um filme absurdamente incrível. <3
Único longa-metragem dirigido por Pina Bausch, a grande dama da dança expressionista alemã, “O Lamento da Imperatriz” traduz muito bem a sua particular visão de mundo. Dança é movimento e o que interessa para Bausch não é como as pessoas se mexem e sim que se mexam. O filme concentra-se assim no modo com que os corpos em movimento exprimem uma tensão estrutural e mutável. As cenas seguem umas as outras, incorporando movimentos cotidianos, bem como movimentos devaneios e puros, em uma narrativa cômica e abstrata que retrata perfeitamente a magia da linguagem corporal e cênica de Bausch. O elenco, formado por dançarinos e atores de sua companhia em Wüppertal, correm, choram, tocam, desfilam, gritam, patinam, brigam, enfim, se mexem de todas as maneiras. As imagens são majestosas, as locações são belíssimas, a trilha sonora é excelente, os ângulos e composição de cada cena fascinam. São 100 minutos de encantamento e eloqüência poética. Bausch levou a coreografia para fora das velhas formas, criou um novo conceito de dança-teatro e como se vê aqui, de dança-cinema, um estilo cinematográfico completamente original.
<3
Pina Bausch e sua poesia da imagem-movimento encantam. Que força!
Muito mais que uma simples colagem de cenas interpretadas por bailarinos e um fundo musical excepcional. Com Pina Bausch a dança é movimento, emoção, sentimento e no seu ínfimo traz um romance crítico ao mundo moderno que nos impõe padrões estéticos. As cenas como, a mulher censurada aos olhos, porém seus seios estão à mostra, o homem de terno que leva um armário nas costas, a moça que aperta o cinto para ficar mais magra, entre outras. Um filme absurdamente incrível. <3
Único longa-metragem dirigido por Pina Bausch, a grande dama da dança expressionista alemã, “O Lamento da Imperatriz” traduz muito bem a sua particular visão de mundo. Dança é movimento e o que interessa para Bausch não é como as pessoas se mexem e sim que se mexam. O filme concentra-se assim no modo com que os corpos em movimento exprimem uma tensão estrutural e mutável. As cenas seguem umas as outras, incorporando movimentos cotidianos, bem como movimentos devaneios e puros, em uma narrativa cômica e abstrata que retrata perfeitamente a magia da linguagem corporal e cênica de Bausch. O elenco, formado por dançarinos e atores de sua companhia em Wüppertal, correm, choram, tocam, desfilam, gritam, patinam, brigam, enfim, se mexem de todas as maneiras. As imagens são majestosas, as locações são belíssimas, a trilha sonora é excelente, os ângulos e composição de cada cena fascinam. São 100 minutos de encantamento e eloqüência poética. Bausch levou a coreografia para fora das velhas formas, criou um novo conceito de dança-teatro e como se vê aqui, de dança-cinema, um estilo cinematográfico completamente original.
Antes de concluir a história, a vida é feita de atmosferas e intensidades.
http://www.youtube.com/watch?v=P_pEirgUpPM