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My Brother's Name is Robert and He is an Idiot - Reino Unido
Sinopse
A história é centrada em Robert e Elena, irmãos gêmeos de 19 anos, que passam um fim de semana de um verão em um posto de gasolina na zona rural estudando para a prova final de filosofia de Elena.
O Nome do Meu Irmão é Robert e Ele é um Idiota é um filme polêmico. Por uma cena em específico muitos deram meia estrela aqui no letterboxd e outros abandonaram a sessão em que eu estava na Mostra de São Paulo (e pelo que li aqui, aconteceu o mesmo no Festival de Berlim).
Polêmicas à parte, as 2 horas e 50 minutos em que esses dois irmãos discutem sobre o tempo, passado, presente e futuro - onde Robert ajuda a irmã Elena a estudar para uma prova de filosofia - podem ser bastante proveitosas àqueles que decidirem embarcar em sua conversa.
Philip Gröning é bastante pretensioso por se propor a discutir tais ideias num instante, colocá-las em prática em outro e na parte final ilustrar os efeitos do tempo e das atitudes daqueles dois personagens. Ele praticamente mastiga todo o filme para o espectador, porém de uma maneira nada didática, ele nos instiga a pensar e refletir junto.
Em uma das minhas cenas favoritas, Robert deitado ao chão da mata com a irmã pega um pouco de folhagem e lhe diz que aquilo é o presente, outrora havia uma árvore (o passado) e num futuro virá a ser grilo ou formiga.
Gröning faz o mesmo com seus personagens, no início com brincadeiras infantis (guerra de pistolas de água, pega-pega, futebol), enquanto no miolo aparecem os questionamentos (e se transar com desconhecido? e se transar com meu irmão? e se atirar em carros na rodovia? e se atirar no vendedor de uma loja?) que vêm junto dos atos de violência onde quaisquer valores morais são colocados à prova.
É um imenso estudo filosófico para os personagens - basta ver como Elena se sai em sua prova - de onde o espectador também sai com algo a mais na bagagem.
O Nome do Meu Irmão é Robert e Ele é um Idiota é um filme polêmico. Por uma cena em específico muitos deram meia estrela aqui no letterboxd e outros abandonaram a sessão em que eu estava na Mostra de São Paulo (e pelo que li aqui, aconteceu o mesmo no Festival de Berlim).
Polêmicas à parte, as 2 horas e 50 minutos em que esses dois irmãos discutem sobre o tempo, passado, presente e futuro - onde Robert ajuda a irmã Elena a estudar para uma prova de filosofia - podem ser bastante proveitosas àqueles que decidirem embarcar em sua conversa.
Philip Gröning é bastante pretensioso por se propor a discutir tais ideias num instante, colocá-las em prática em outro e na parte final ilustrar os efeitos do tempo e das atitudes daqueles dois personagens. Ele praticamente mastiga todo o filme para o espectador, porém de uma maneira nada didática, ele nos instiga a pensar e refletir junto.
Em uma das minhas cenas favoritas, Robert deitado ao chão da mata com a irmã pega um pouco de folhagem e lhe diz que aquilo é o presente, outrora havia uma árvore (o passado) e num futuro virá a ser grilo ou formiga.
Gröning faz o mesmo com seus personagens, no início com brincadeiras infantis (guerra de pistolas de água, pega-pega, futebol), enquanto no miolo aparecem os questionamentos (e se transar com desconhecido? e se transar com meu irmão? e se atirar em carros na rodovia? e se atirar no vendedor de uma loja?) que vêm junto dos atos de violência onde quaisquer valores morais são colocados à prova.
É um imenso estudo filosófico para os personagens - basta ver como Elena se sai em sua prova - de onde o espectador também sai com algo a mais na bagagem.
Quase três horas torturantes sobre dois irmãos insuportáveis
Preferia ver 3h do grilo com voice over filosófico do que esses dois imbecis.