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Data de lançamento
3 Abril 1968Duração
George Taylor, um astronauta americano, viaja por séculos em estado de hibernação. Ao acordar, ele e seus companheiros se vêem em um planeta dominado por macacos, no qual os humanos são tratados como escravos e nem mesmo tem o dom da fala.
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"Heston was so upset because he realized he was in New Jersey the whole time."
dawn of the planet of the apes
[/spoiler]Não entendo entregarem a revelação do final nessa imagem, que é a que sempre aparece representando o filme em todos os lugares. Essa imagem é um "spoiler". Realmente difícil compreender...[spoiler]
Assisti há alguns anos, devido à fama que tem sempre tive curiosidade, mas demorei muito pra ver porque não é o tipo de filme que me atrai. Lembro que por um tempo estava sempre passando no SBT, mas nunca tinha visto.<br/><br/>Achei bem chatinho, maçante e meio difícil de entender. Foi difícil chegar ao fim rs, talvez por não serem mesmo um estilo e um tema que me interessem. Por isso ainda não me animei pra ver os outros.
Mas não pretendo desistir, quero ver esse de novo pra ver se em outro momento consigo prestar mais atenção, entender melhor e quem sabe gostar, já que é tão elogiado. Hoje quando um filme não me "pega", faço questão de voltar quantas vezes precisar até compreender por inteiro, botar o cérebro pra funcionar rs.
MOSTRA DE CINEMA - MONSTROS DA MODERNIDADE #2
O filme inicia com o astronauta Taylor refletindo sobre como o ego é aniquilado ali no espaço, onde o homem percebe o quão minúsculo é diante de toda a Criação. E foi esse mesmo ego que, ao longo de 2 mil anos na história do filme (1968 -> 3978), levou a humanidade à ruína, destruindo a natureza e sendo subjugados pelos macacos. Então, inverte-se a pirâmide social: o homem, acostumado a explorar seus "inferiores", passa a ser oprimido por séculos e séculos.
Ao saírem da nave, os astronautas compartilham suas motivações de terem se submetido a essa viagem espacial tão sacrificante. Um deles diz que é pelo amor ao conhecimento; outro que é pela glória e imortalidade. Taylor, porém, diz que procura a esperança. A esperança de que haja um povo, uma forma de vida mais evoluída do que os humanos que destroem tudo que tocam. Mas na expectativa de encontrar alguém melhor, Taylor esqueceu de ser, ele mesmo, um alguém melhor. Ao longo da história, o personagem mantém suas ideias de superioridade da raça humana e da sua cultura às demais.
Na cena final, Taylor amaldiçoa os humanos, que durante os 2 milênios destruíram o seu próprio lar, fruto do ego, das guerras e da ambição sempre por mais. Porém, o próprio Taylor provavelmente seria parte desse problema. Seu ego pode ter sido aniquilado no espaço, mas voltou integralmente quando pisou na Terra novamente.