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Um ano depois de lançar a pergunta Alguém Ainda Morre de Aids? no curta-metragem homônimo selecionado também para esta mostra, a diretora Louise Hogarth realizou este outro documentário perturbador. Os protagonistas e as situações que integram a fita têm denominações dissimuladas como bug chasers, gift givers e convention parties, até então restritas a uma parcela fechada e discreta da comunidade gay. A revelação desse mundo sombrio dos que querem ser contaminados pelo vírus HIV (o presente) surpreende, principalmente, pela lógica torta adotada. Ao buscar a doença voluntariamente e encontrá-las nos "doadores" em potencial (os gift givers soropositivos) nas chamadas festas de conversão, os bug chasers pretendem disseminar a doença e torná-la a regra e não a exceção. Assim, acreditam, poupam a si mesmos e os homossexuais em geral do medo da infecção e das preocupações com o sexo seguro. Nos depoimentos colhidos de soropositivos ativos, de "vítimas" que se infectaram deliberadamente --- há o caso de um jovem arrependido e aterrorizado --- ou de grupos de terapia expõem-se preocupações como a convivência atual com a doença, que colabora também para gerar idéias distorcidas e equivocadas.
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Quando eu vejo o gênero "DOCUMENTÁRIO" eu fico arrepiado!
Arrrrgggg!
A corajosa diretora Louise Hogarth escancara a perigosa vida de uma parcela da comunidade gay estadunidense que fazem sexo sem camisinha, através de uma série de polêmicos depoimentos dos membros dos Bug Chasers, grupos que desejam contrair o vírus HIV fazendo barebacking com soropositivos. É um filme chocante, muito controverso, mas que ajuda a refletir sobre a situação da AIDS nos dias de hoje e a possibilidade de conviver bem com a doença.
Assisti ha alguns dias um documentario parecido (que eu esqueci o nome!) no qual um ingles, HIV positivo, pesquisava sobre isso, se de fato existem pessoas que se infectam porque querem. Ele entrou em comunidades na internet, trocou mensagens, etc, mas nao conseguiu encontrar, face a face, nenhuma pessoa. Fiquei impressionada como, na verdade, ha (e muitos) que o fazem porque querem.
tensa a foto hein kkk [3]