tudo é lento: a puberdade, o crescimento da irmã, o divórcio dos pais. família é legal, mas não é a coisa mais legal do mundo, principalmente quando você se sente preterido e deixado de lado. crescer é arrastado, assuntos adultos são chatos, ninguém te conta nada.
acho que gostei por me identificar demais com a Amanda quando tinha essa idade, as vezes memórias de infância são só chatas, confusas e bonitas mesmo
Levaram a sério demais o título do filme. O silêncio impera pra valer nessa história silenciosa ao extremo, e pra quem o assiste, não é nada bem vindo. Até que o nome foi sugestivo e escolhi ver esse filme sem saber nada sobre ele, foi uma “Cabra-cega” mesmo. E me arrependi amargamente, que filme chato, nada acontece (O que se passa na cabeça do diretor? Será que ele realmente botou fé ao lançar um filme desses?). Um casal e suas duas filhas viajam de carro para a casa da avó, mas antes eles passam uns dias num Spa. E dá-lhe cenas modorrentas e nada reflexivas. Pra resumir, é meia hora viajando na estrada e nada, depois uns quarenta minutos no Spa e nada, diálogos, quase nunca. Só começa ficar interessante no final quando eles resolvem se aventurar num bananal antes de chegar à casa da avó. E o que falar daquele final (se é que teve um).
Assistir a O Silêncio é Bem-Vindo é uma experiência bastante complicada, por diversos motivos. O principal deles, talvez, seja o fato de que a trama principal do filme nunca fica realmente clara para a gente. Não ajuda também a inserção, do nada, de uma trama política para trazer um ponto de transição ao roteiro. Isso não funcionou em Roma, filme dirigido e escrito por Alfonso Cuarón, com uma estrutura narrativa bem mais clara; imagine, então, em um longa como esse... A gente termina O Silêncio é Bem-Vindo sem compreender direito a que ele veio.
tudo é lento: a puberdade, o crescimento da irmã, o divórcio dos pais. família é legal, mas não é a coisa mais legal do mundo, principalmente quando você se sente preterido e deixado de lado. crescer é arrastado, assuntos adultos são chatos, ninguém te conta nada.
acho que gostei por me identificar demais com a Amanda quando tinha essa idade, as vezes memórias de infância são só chatas, confusas e bonitas mesmo
Levaram a sério demais o título do filme. O silêncio impera pra valer nessa história silenciosa ao extremo, e pra quem o assiste, não é nada bem vindo. Até que o nome foi sugestivo e escolhi ver esse filme sem saber nada sobre ele, foi uma “Cabra-cega” mesmo. E me arrependi amargamente, que filme chato, nada acontece (O que se passa na cabeça do diretor? Será que ele realmente botou fé ao lançar um filme desses?). Um casal e suas duas filhas viajam de carro para a casa da avó, mas antes eles passam uns dias num Spa. E dá-lhe cenas modorrentas e nada reflexivas. Pra resumir, é meia hora viajando na estrada e nada, depois uns quarenta minutos no Spa e nada, diálogos, quase nunca. Só começa ficar interessante no final quando eles resolvem se aventurar num bananal antes de chegar à casa da avó. E o que falar daquele final (se é que teve um).
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cade o cara mano????
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Assistir a O Silêncio é Bem-Vindo é uma experiência bastante complicada, por diversos motivos. O principal deles, talvez, seja o fato de que a trama principal do filme nunca fica realmente clara para a gente. Não ajuda também a inserção, do nada, de uma trama política para trazer um ponto de transição ao roteiro. Isso não funcionou em Roma, filme dirigido e escrito por Alfonso Cuarón, com uma estrutura narrativa bem mais clara; imagine, então, em um longa como esse... A gente termina O Silêncio é Bem-Vindo sem compreender direito a que ele veio.
Comecei e abandonei, não presta, nem comecem que vcs irão se arrepender.