Filme surrealista que critica de modo inusitado a guerra, a igreja, as cerimônias, os rituais, a repressão policial, enfim a situação do mundo ainda muito atual. Flashback de cenas com Mussolini, Hitler, guerras asiáticas, ocupação da Europa, holocausto são intercaladas no decorrer do filme para demonstrar a estupidez humana. É mostrado outro Tinto Brass ainda não conhecido por muitos, sendo esse trabalho o melhor dos filmes do diretor antes de se dedicar aos clássicos eróticos.
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bem divertido
Exploração animal + ator principal chato impedem de dar mais estrelas. Mas o diretor já mostra o talento erótico que viria a explorar no futuro.
Revolucionário filme de Tinto Brass que retoma a tradição da "dupla anarquista" de As Margaridas e Pierrot Le Fou. Ausência de roteiro? Só se for de roteiro hollywoodiano, pois em L'urlo o que mais existe é texto, texto e imagem simbolicamente carregada até o limite. Nada passa por este filme sem levar uma chibatada ácida, uma cusparada zombeteira, um grito de revolta na cara do comodismo mais mesquinho e cruel.
Inacreditável representante da fase psicodélica e experimental de Tinto Brass. Assim como seus trabalhos anteriores, "Nerosubianco" e "Com o Coração na Garganta", este filme também impressiona por sua radical concepção visual e pela ausência de uma narrativa linear. Destaque p/ a belíssima Tina Aumont como protagonista.
Tinto Brass numa caixa de alucinógenos! Outro olhar, outro tom, outro diretor. Todo aquele que já viu os seus típicos filmes precisa se aventurar por aqui.
Inclassificável (!)