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O honesto xerife Black Jack Gideon (Eli Walach) envolve-se na procura de um valioso e raro ponei japonês que foi “seqüestrado” e por quem o bando de desertores renegados exige uma fabulosa quantia de resgate. Acompanham em sua busca pelo pônei valioso, o bandido e sedutor Swiss (Giuliano Gemma) e Sakura (Tomas Milian).
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Ótimo representante das comédias de faroeste. O filme se segura por algumas cenas em específico que são fantásticas, como o duelo inicial (um truco do velho oeste), a cena da ponte e o final muito engraçado.
Os personagens do suíço e do xerife são muito bons, diferente do japonês, cujas piadas nunca funcionam. Talvez seja um humor que envelheceu mal. Também poderiam ter cortado cenas desnecessárias do filme.
Apesar disso, as cenas em que se destaca são o que faz o filme valer a pena.
Nem Como Comedia Funciona, Que Luta para Terminar de Ver!
Fui assistir esperando que fosse muito pior, talvez seja por esse motivo que não tenha achado ruim. Diverte em alguns momentos e em outros nem tanto, mas tem bom ritmo e ainda é bem movimentado. Tirando o personagem do Tomás Milián que é muito caricato e sem graça, foi um passatempo assistivel. Mesmo assim, o diretor Sergio Corbucci tem trabalhos infinitamente melhores do que esse.
Bobinho, embora tenha alguns momentos legais, e a equipe em si (diretor e elenco)!
"O Último Samurai do Oeste" continua espirituoso, divertido, irreverente e sarcástico. Trata-se de insólita aventura que mistura o clima do velho oeste com as milenares artes orientais. Me recordo de ter visto nas extintas "Segunda Sem Lei" (BAND) e "Bang Bang à Italiana" (TV Record), na década de 80. O trio formado por Eli Wallach, Giuliano Gemma, Tomás Milián deram o ar de graça neste memorável spaguetti western dirigido por Sergio Corbucci. Componentes como ação, intrigas, pitadas de romance, comédia, fazem parte da trama pra lá de hilariante.