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Duração
Uma trama que a principio é esquisita, mas bem inventiva, é a chave de partida desse filme que mistura suspense e aventura policial. Um novo tipo de psicopata está solto nas ruas da Holanda. Um homem toma os empregados de uma torre como refém. Sua motivação é um tanto estranha: ele protesta contra os aparelhos de televisores widescreen porque acredita que as faixas negras superiores e inferiores que aparecem na imagem contém mensagens e códigos escondidos. Buscando compreender a loucura do homem, descobre-se que durante anos ele tentou lutar contra esse tipo de aparelho e outras várias tecnologias modernas. O clima está tenso e o dia avança para um final trágico nessa produção que reflete sobre as trágicas conseqüências da modernidade e da tecnologia.
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Quem viu o fantástico papel de Jan Decleir em "Karakter" de 1997 dirigido por Mike van Diem, acredito, não irá reconhecê-lo nesta banal representação designada por Kuijpers . Off Screen é um filme pretensioso, mirabolante, ou seja, no campo da ficção tudo é possível. Só estranhei o uso da marca da holandesa Philips numa trama onde seus produtos são mostrados como de baixa qualidade em seu próprio país, eu tinha outro conceito da marca.
Já nos sobe a cabeça uma história sobre um homem que descobre mensagens subliminares e códigos secretos nas faixas de TV widescreen e resolve chamar a atenção da mídia sequestrando um edifício, pior ainda quando sabemos que esta história realmente aconteceu. Filme desconhecido do grande público que chegou a ser lançado em DVD no Brasil.
Crítica completa no meu blog. (link no meu perfil)
Um homem aparentemente banal pretendendo desvendar uma certa teoria conspiratória que vai de encontro às constantes obsolências causadas pelo avanço inclemente da tecnologia.
Felizmente, em vez de tratar o protagonista como se estivéssemos num filme de Mel Gibson, o diretor Pieter Kuijpers escolhe mostrar a vida do protagonista (vivido com excelência por Jan Decleir) de modo a justificar suas obsessões e as consequências delas decorrentes.
Porém, o personagem do executivo vivido Jeroen Krabbé não é desenvolvido o bastante e, em certos momentos, a frustação tomou-me de assalto.
Seja como for, é um daqueles filmes que precisam ser revistos assim que possível.
Vale a curiosidade.
Como não querer ver com uma trama dessas?