Mistura ao mesmo tempo reveladora e lacônica de ficção científica e documentário, Olá, IA explora o universo eticamente complexo da inteligência artificial. Alternando entre um cientista americano solitário e uma família japonesa em busca de um companheiro para a avó, este drama futurista cheio de humor retrata pessoas em busca de uma conexão humana com os robôs que entraram em suas vidas.
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Muito fraco!
Os robôs "protagonistas" são muito "burros"! Aliás, mais burro que os robôs, só
o nerd virjão e quarentão que interage com uma boneca inflável que fala (e que ainda o sacaneia).
Acho que todas as aplicações mais imediatas no uso dos robôs no setor doméstico/serviços foram contempladas: atendentes, cuidadores de idosos e acompanhantes (sexuais ou não). Mas, como sempre, o lado mais curioso é ver como as IN (Inteligências Naturais, ou seja, nós) interagem com os robôs humanoides. A antropomorfização que a gente já vê no relacionamento com os pets (dar características humanas para animais) aparece de forma bem escancarada no doc (a idosa que pergunta para o robô Pepper: - O que você gosta de comer?). Inclusive, acho que o mercado para suprir carência emocional vai bombar (só ver o solitário que pergunta para a robô acompanhante: - Você gosta de mim?).
Assistindo o doc, eu só pensava na personagem Susan Calvin, a especialista em psicologia robótica do livro Eu, Robô, que eu li a 40 anos.. O velho Asimov sabia das coisas.