Esta é a estranha história de amor entre uma professora mulçumana de origem turca e um militar búlgaro responsável pela limpeza étnica que força os muçulmanos a trocar de nome.
Coisa rara no Brasil: um filme da Bulgária, ainda que em co-produção com a Turquia e com mais de dez anos após o lançamento (pois é de 2005).
Tudo bem, a história continua interessante pois é passada no final dos anos 1980 e por aqueles lados da Europa Oriental questões políticas, religiosas e étnicas costumam andar de mãos dadas e causar confusão, sofrimento e morte ainda nos dias de hoje.
Aprendemos um pouco sobre os costumes locais e acompanhamos um romance quase impossível, detalhado na sinopse. Apesar de ser um filme pouco mais que mediano pelo menos não nos enche com a idiotice de certos filmes americanos e brasileiros.
Coisa rara no Brasil: um filme da Bulgária, ainda que em co-produção com a Turquia e com mais de dez anos após o lançamento (pois é de 2005).
Tudo bem, a história continua interessante pois é passada no final dos anos 1980 e por aqueles lados da Europa Oriental questões políticas, religiosas e étnicas costumam andar de mãos dadas e causar confusão, sofrimento e morte ainda nos dias de hoje.
Aprendemos um pouco sobre os costumes locais e acompanhamos um romance quase impossível, detalhado na sinopse. Apesar de ser um filme pouco mais que mediano pelo menos não nos enche com a idiotice de certos filmes americanos e brasileiros.
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A loucura em tempos de ódio e a loucura em tempos de amor.
A loucura e a guerra fria, o massacre cultural de um povo, o autoritarismo de Estado e a violência militar.
A loucura e a inocência, o perdão, a pureza e o afeto.
Se é para viver em um mundo louco, melhor que seja com amor.
Olhos roubados tinha tudo para fazer chorar. Mas tem a proeza de fazer sorrir.
Filme pra lá de bom, surpreendente.
Esperançoso, amoroso.
Enfim, lindo.