Dentre os presentes recebidos por recém-casados, está uma casa portátil que pode ser montada facilmente em uma semana. Mas o rival do marido complica as coisas trocando o número das caixas contendo a futura casa.
O genial Keaton, uma de suas obras-primas com cenas marcantes, como a casa girando, a parede da casa cainda sobre ele e o vão da janela certinho salvando-o do acidente. Seu humor direto e físico é mais influente do que o de Chaplin, sem diminuir a genialidade desse, mas Keaton ecoa até hoje com suas 'gags' sendo repetidas após várias gerações. Junto com Chaplin, merece a alcunha de Gênio do Cinema. E o final com o trem desfazendo a casa é impactante mesmo depois de mais de um século da sua filmagem.
Buster Keaton merece muito mais reconhecimento. One Week é sua estreia como diretor independente e já mostra sua genialidade. A trama é simples: um casal ganha de presente uma casa portátil para montar em uma semana, mas nada sai como o esperado. O resultado? Uma sequência de trapalhadas inesquecíveis.
O humor físico de Keaton impressiona até hoje. Suas gags visuais são hilárias, precisas e perigosas. É difícil não se perguntar como ele sobreviveu a tantas cenas arriscadas. Seus filmes são um verdadeiro presente para quem ama cinema, e One Week é um exemplo perfeito de por que ele continua atemporal. Depois de mais de 100 anos da produção, a pergunta de como algumas cenas visuais foram feitas ainda pairam para quem assiste.
One Week é uma grande metáfora para o casamento: mesmo no caos, o casal segue unido e seguindo em frente. Com sutileza, Keaton mostra que o amor se constrói no dia a dia.
Um dos momentos mais marcantes é a cena da banheira, onde uma mão cobre a lente da câmera para que a personagem de Sybil Seely pegue o sabão sem mostrar a sua nudez. É um toque genial de metalinguagem, mostrando que Keaton não só dominava o humor físico, mas também sabia brincar com a própria linguagem do cinema.
Buster Keaton confirma aqui a sua genialidade tanto atuando como dirigindo. As sequências dessa pequena obra-prima são tão bem arquitetadas que dificilmente seriam realizadas hoje em dia ainda mais porque agora quase tudo é feito com efeitos digitais, mas sem a mesma autenticidade que podemos ver nesse filme. Além das suas qualidades técnicas ele consegue ser uma comédia realmente engraçada que provoca boas risadas.
O genial Keaton, uma de suas obras-primas com cenas marcantes, como a casa girando, a parede da casa cainda sobre ele e o vão da janela certinho salvando-o do acidente. Seu humor direto e físico é mais influente do que o de Chaplin, sem diminuir a genialidade desse, mas Keaton ecoa até hoje com suas 'gags' sendo repetidas após várias gerações. Junto com Chaplin, merece a alcunha de Gênio do Cinema. E o final com o trem desfazendo a casa é impactante mesmo depois de mais de um século da sua filmagem.
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Buster Keaton merece muito mais reconhecimento. One Week é sua estreia como diretor independente e já mostra sua genialidade. A trama é simples: um casal ganha de presente uma casa portátil para montar em uma semana, mas nada sai como o esperado. O resultado? Uma sequência de trapalhadas inesquecíveis.
O humor físico de Keaton impressiona até hoje. Suas gags visuais são hilárias, precisas e perigosas. É difícil não se perguntar como ele sobreviveu a tantas cenas arriscadas. Seus filmes são um verdadeiro presente para quem ama cinema, e One Week é um exemplo perfeito de por que ele continua atemporal. Depois de mais de 100 anos da produção, a pergunta de como algumas cenas visuais foram feitas ainda pairam para quem assiste.
One Week é uma grande metáfora para o casamento: mesmo no caos, o casal segue unido e seguindo em frente. Com sutileza, Keaton mostra que o amor se constrói no dia a dia.
Um dos momentos mais marcantes é a cena da banheira, onde uma mão cobre a lente da câmera para que a personagem de Sybil Seely pegue o sabão sem mostrar a sua nudez. É um toque genial de metalinguagem, mostrando que Keaton não só dominava o humor físico, mas também sabia brincar com a própria linguagem do cinema.
É tão bom viajar no tempo, excelente!
pra frente demais, quanta criatividade
Buster Keaton confirma aqui a sua genialidade tanto atuando como dirigindo. As sequências dessa pequena obra-prima são tão bem arquitetadas que dificilmente seriam realizadas hoje em dia ainda mais porque agora quase tudo é feito com efeitos digitais, mas sem a mesma autenticidade que podemos ver nesse filme. Além das suas qualidades técnicas ele consegue ser uma comédia realmente engraçada que provoca boas risadas.