Orly

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Orly (2010)
Orly
Média do filme: 2.8 de 5 — baseado em 16 votos
MÉDIAFILMOW
2.8
16 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Angela Schanelec
Data de lançamento 11 Ago. 2010 Outras datas
Duração 84 min (1h24)

Dirigido por

Data de lançamento

11 Ago. 2010

Duração

84 minutos
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Sinopse

No aeroporto de Paris, uma mulher se apaixona por um estranho, uma família está a caminho de um funeral, um casal perde o contato e uma esposa lê a carta de separação do marido. Todos esperam seus aviões absorvidos em seus destinos imediatos, inconscientes de uma ameaça iminente lá fora.

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Comentários 0
amigos querem ver
durdson
Durdson
2 anos atrás

"também para lugar algum, meu filho"

babipippa
Bárbara Pippa
3 anos atrás

Entendi a proposta e tal, mas não chama a atenção em nenhuma das partes - é vagaroso e sem ritmo bom pra manter um interesse.

lumi7
Lumi7
13 anos atrás

A abertura de Orly causa um estranhamento: os créditos iniciais são ousados se comprados aos dos filmes anteriores de Schanelec, e lembram a abertura de filmes de Godard. Mas vemos, então, o rosto conhecido de Maren Eggert e reconhecemos as ruas tipicamente francesas (a ligação de Schanelec com a França, especialmente com Paris, é inquestionável e presente em todos os seus filmes). Corte. A câmera percorre demoradamente fotos de família. Parte da capa de um disco está visível; Love will tear us apart”, no clássico A Factory Record – FAC 23. Um homem, um telefonema, uma ruptura. Corte. Int., dia, Aeroporto de Orly.

Orly apresenta oito personagens e quatro histórias - inicialmente, a moça que trabalha no aeroporto parece ser uma das personagens principais, mas ela é apenas como aquele intervalo no tempo; no momento em que poderíamos conhecê-la, ela deixa a sala para falar ao telefone – as quais possuem em comum o ambiente em que se desenrolam. O filme é bastante honesto em sua abordagem deste tempo em suspenso, deste local provisório que marca a não presença, o transitório. Os diálogos, breves, longos, inacabados, banais, retratam bem a fugacidade de tais situações e a relação de espaço público versus intimidade. Remember me, de Cat Power, marca um breve encontro e desencontro, ou a impossibilidade de um amor. Na imobilidade da espera, apenas um fator exterior é capaz de quebrar tal passividade. Apesar de talvez, apenas dar-lhe uma trégua.

“Sim, é verdade. Tudo se move em direção ao vazio”, diz Schanelec sobre o final de Orly.

Curiosidade: a história que Theo conta sobre o velho acompanhado de uma jovem, os quais observou em um café, é bastante semelhante a do homem que Thomas, em A Minha Vida Lenta, foi entrevistar (possivelmente) em Paris . Tomamos conhecimento destes personagens através da narração de Theo e de Thomas; não apenas não os vemos como jamais saberemos quem eles eram. Conta-nos Thomas que tal homem o recebeu - juntamente com sua esposa, com quem parece ter tido mais contato - mas se recusou a falar porque, já tendo completado sua obra, não havia nada a dizer. “Não há nada a dizer. Eu não quero lhe dizer nada. Não há nada a dizer. Nada.”, diz uma voz que entrega sua idade avançada. Theo, em Orly, segue o velho e a jovem à saída do café. Eles entram em um edifício e ele espera em frente, do outro lado da rua. Muito tempo depois, a jovem desce e vai até sua direção. “’Ele me pediu para lhe dizer que não recebe mais visitas. Ele não dá entrevistas há muito tempo e autógrafos, ele nunca os deu. Isso não vai mudar’, ela disse, sem irritação na voz, mas sem sorrir tão pouco, seriamente finalizando a missão que ela parecia ter a cumprir. Este velho, Deus ou o quem quer que ele seja, jamais dá entrevistas. Isso não me surpreendeu.”

http://www.lumi7.com.br/nouvelle-vague-alema/

henryfool
Edson
14 anos atrás

filmes de pessoas paradas sem fazer nada não ficam melhores do que isso.

maauarli
Malu
½
15 anos atrás

O filme é cansativo e lento. Acho que a ideia seria melhor aproveitada se fosse um curta :)

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½
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1½
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2½
3
3½
4
4½
5

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