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Os Sinos de San Angelo - Brasil
Sinopse
Roy Rogers vive um guarda de fronteira que suspeita de uma mina clandestina no México, e investiga seus desonestos exploradores, até que descobre uma passagem secreta entre a mina e o território americano.
Avaliado como filme B que é. Não gostei. Achei-o muito simples e bobo, com uma boa estória mas mal aproveitada e roteirizada. O filme foca demais no artista/cantor Rogers e se esquece do filme propriamente dito.
Primeiro dos mais intensos faroestes de Roy, onde ele é um patrulheiro de fronteira que vai atrás de uma traiçoeira gangue de ladrões e assassinos que operam ilegalmente uma mina de prata. Resistente, emocionante, misterioso, muitas vezes surpreendentemente violento, com o rechonchudo de voz chorosa Andy Devine a bordo como novo sidekick de Rogers. Certamente está entre os melhores filmes de Roy, apesar do paupérrimo sistema de cores Trucolor, que deixa bastante a desejar. Teria sido muito melhor se rodado em preto-e-branco. Curiosidade: Fritz Leiber, o padre, interpretava grandes personagens shakesperianos no teatro. No cinema mudo, atuou como Júlio César no perdido "Cleópatra" (1917), com a estrela da Fox Theda Bara.
Sempre fui fã de faroeste (culpa dos filmes de Terrence Hill & Bud Spencer, que assistia quando era criança!) e cheguei a assistir alguns episódios de Roy Rogers quando a RedeTV ainda exibia o “Cine Magia”, com Rubens Ewald Filho, lembram? E foi lá onde conheci o “Rei dos Cowboys”, Dale Evans e aquele que, de longe, é o cavalo mais esperto da história, o incomparável Trigger! Lembro até de um episódio em que ele (pasmem!) jogava baralho com os peões, só abanando a cabeça e “pedindo” pros caras virarem as cartas pra ele! E, ainda por cima, ganhou a partida! Se o cavalo de Gene Autry chegou a ter uma série própria, Trigger é quem merecia ter uma pra ele também!
Avaliado como filme B que é. Não gostei. Achei-o muito simples e bobo, com uma boa estória mas mal aproveitada e roteirizada. O filme foca demais no artista/cantor Rogers e se esquece do filme propriamente dito.
Primeiro dos mais intensos faroestes de Roy, onde ele é um patrulheiro de fronteira que vai atrás de uma traiçoeira gangue de ladrões e assassinos que operam ilegalmente uma mina de prata. Resistente, emocionante, misterioso, muitas vezes surpreendentemente violento, com o rechonchudo de voz chorosa Andy Devine a bordo como novo sidekick de Rogers. Certamente está entre os melhores filmes de Roy, apesar do paupérrimo sistema de cores Trucolor, que deixa bastante a desejar. Teria sido muito melhor se rodado em preto-e-branco. Curiosidade: Fritz Leiber, o padre, interpretava grandes personagens shakesperianos no teatro. No cinema mudo, atuou como Júlio César no perdido "Cleópatra" (1917), com a estrela da Fox Theda Bara.
"Os Sinos de San Angelo" é um pequeno e simpático faroeste. Possui uma história simples e movimentada, com ação, humor e música.
Sempre fui fã de faroeste (culpa dos filmes de Terrence Hill & Bud Spencer, que assistia quando era criança!) e cheguei a assistir alguns episódios de Roy Rogers quando a RedeTV ainda exibia o “Cine Magia”, com Rubens Ewald Filho, lembram? E foi lá onde conheci o “Rei dos Cowboys”, Dale Evans e aquele que, de longe, é o cavalo mais esperto da história, o incomparável Trigger! Lembro até de um episódio em que ele (pasmem!) jogava baralho com os peões, só abanando a cabeça e “pedindo” pros caras virarem as cartas pra ele! E, ainda por cima, ganhou a partida! Se o cavalo de Gene Autry chegou a ter uma série própria, Trigger é quem merecia ter uma pra ele também!
Bom western com boas músicas