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É 6 de janeiro de 1904 e Dublin celebra o Dia dos Reis em meio à neve. Na casa das irmãs Morgan, Julia (Cathleen Delany) e Kate (Helena Carroll), é oferecida uma ceia a amigos e parentes, logo após a realização de um sarau musical e poético. Já perto do final da celebração, quando boa parte dos convidados já tinham saído, o barítono Bartell D'Arcy (Frank Patterson) começa a cantar uma música triste, que faz com que Gretta Conroy (Anjelica Huston) se lembre de uma paixão antiga, que já faleceu. Surpreso com a mudança de comportamento de sua esposa, Gabriel (Donal McCann) conhece a história da antiga paixão dela ao chegarem no hotel em que estão hospedados.
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Filme 34 do projeto 100 filmes - da literatura para o cinema.
Filme literário dada a fidelidade da obra original, o conto The Dead de James Joyce.
Um filme sem história definida. Somente um momento pré-jantar e durante a refeição repleto de diálogos não muito interessantes.
Assisti meio que no piloto automático.
Não indico.
Adaptação primorosa daquele que é considerado o melhor conto de James Joyce, repleta de detalhes elegantes e magistrais como o uso da cor e da luz e até da neve sobre a Irlanda que a narrativa fala repetidas vezes.
18.07.1993
"Melhor passar bravamente para o outro mundo enquanto ainda se possui toda a paixão, do que ir apagando-se pouco a pouco, murchando com a idade."
Os Vivos e os Mortos (The Dead. EUA,1987)
Direção: John Huston.
Com: Anjelica Houston, Donal McCann, Cathleen Delany, Helena Carroll, Frank Patterson.
Pedro Almodóvar é o diretor que expõe suas referências em seus filmes, e em seu mais novo (e belíssimo) longa, ele fala muito de James Joyce, especificamente de seu livro "Os Mortos".
É justamente de "Os Mortos" essa adaptação para os cinemas que John Huston dirigiu em 1987, é também seu último filme (o diretor morreu no mesmo ano do lançamento do filme).
É 6 de janeiro de 1904 e neva em Dublin. Na casa das irmãs Morgan, é oferecida uma ceia a amigos e parentes, eles celebram o Dia de Reis.em meio a realização de um sarau musical e poético.
Já perto do final da celebração, quando boa parte dos convidados já tinham saído, o barítono Bartell D'Arcy começa a cantar uma música triste, que faz com que Gretta Conroy se lembre de uma paixão antiga, que já faleceu.
Surpreso com a mudança de comportamento de sua esposa, Gabriel conhece a história da antiga paixão dela ao chegarem no hotel em que estão hospedados.
O filme é pura poesia e capta a atmosfera criada por Joyce em seu belíssimo romance. Parece mesmo que Huston estava se despedindo.
É tão incrível rever esse filme após ver "O Quarto ao Lado", são complementares.
Disponível no YouTube.