Realmente um dos melhores filmes de suspense que eu já vi, roteiro impecável ! Vou mais longe ainda me arriscando a dizer que este é o melhor filme desde a invenção do cinema ! Atuação impecável do ator que faz o assassino, neste filme podemos realmente ver que ele foge do estereótipo de ser apenas mais um rostinho bonito de Hollywood para ser um dos fortes concorrentes ao Oscar deste ano. Se este filme não ser o que mais vai levar Oscars este ano, podemos dizer com toda certeza que a industria cinematográfica está decaindo.
Me senti extremamente triste quando acabei a película. Fiquei por horas pensando como um roteiro tão bom pôde ser dirigido dessa forma. Os cortes bruscos como Senna em Ímola e a iluminação de boate contribuem para a transformação da imagem em um chorume sem fim. Tinha perdido as esperanças no rapaz de Itajaí, o qual tinha me proporcionado pequenas obras-primas como Metalinguagem e Produção Audiovisual 1. Contudo, chegou até mim uma notícia que trouxe novamente a lógica ao mundo cinematográfico: Thurow não dirigiu tal película; ele apenas roteirizou. Após tal informação voltei a entender o cinema e informo a quem lê a mensagem que o jovem garoto de Itajaí já está na minha lista de ídolos.
Eu, enquanto admirador de cinema, sentia inveja de quem acompanhou a sétima arte nos anos 70: Coppola, Buñuel, Woody Allen fazendo obras-primas por aí. A sensação, quando listo filmes dos anos 70 é inacreditável: Quantas pérolas saíram daquela década?
Assim, o meu anseio sempre foi de ter um gênio na minha geração que fizesse o que esses caras fizeram. E Lucas Thurow faz, ó, como faz. Acompanhar os roteiros enigmáticos, poderosos, sutis e eruditos do jovem de Itajaí é uma tarefa desafiadora. Apesar dos filmes serem curtas, assisti-los muda minha percepção de mundo, e é como uma jornada. Você termina cansado por tentar captar tantas informações na tela.
Imagino o que era ver Charlie Parker tocar e viajar no saxofone na década de 40. Um desejo era reaceso no subconsciente das pessoas, dando início a novos segmentos do Jazz. E se pensamos em Charlie Parker na música, obviamente pensamos em Lucas Thurow no cinema: O que ele desperta no nosso subconsciente é algo único, surpreendente e até sobrenatural.
Realmente um dos melhores filmes de suspense que eu já vi, roteiro impecável ! Vou mais longe ainda me arriscando a dizer que este é o melhor filme desde a invenção do cinema ! Atuação impecável do ator que faz o assassino, neste filme podemos realmente ver que ele foge do estereótipo de ser apenas mais um rostinho bonito de Hollywood para ser um dos fortes concorrentes ao Oscar deste ano. Se este filme não ser o que mais vai levar Oscars este ano, podemos dizer com toda certeza que a industria cinematográfica está decaindo.
Me senti extremamente triste quando acabei a película. Fiquei por horas pensando como um roteiro tão bom pôde ser dirigido dessa forma. Os cortes bruscos como Senna em Ímola e a iluminação de boate contribuem para a transformação da imagem em um chorume sem fim. Tinha perdido as esperanças no rapaz de Itajaí, o qual tinha me proporcionado pequenas obras-primas como Metalinguagem e Produção Audiovisual 1. Contudo, chegou até mim uma notícia que trouxe novamente a lógica ao mundo cinematográfico: Thurow não dirigiu tal película; ele apenas roteirizou. Após tal informação voltei a entender o cinema e informo a quem lê a mensagem que o jovem garoto de Itajaí já está na minha lista de ídolos.
Eu, enquanto admirador de cinema, sentia inveja de quem acompanhou a sétima arte nos anos 70: Coppola, Buñuel, Woody Allen fazendo obras-primas por aí. A sensação, quando listo filmes dos anos 70 é inacreditável: Quantas pérolas saíram daquela década?
Assim, o meu anseio sempre foi de ter um gênio na minha geração que fizesse o que esses caras fizeram. E Lucas Thurow faz, ó, como faz. Acompanhar os roteiros enigmáticos, poderosos, sutis e eruditos do jovem de Itajaí é uma tarefa desafiadora. Apesar dos filmes serem curtas, assisti-los muda minha percepção de mundo, e é como uma jornada. Você termina cansado por tentar captar tantas informações na tela.
Imagino o que era ver Charlie Parker tocar e viajar no saxofone na década de 40. Um desejo era reaceso no subconsciente das pessoas, dando início a novos segmentos do Jazz. E se pensamos em Charlie Parker na música, obviamente pensamos em Lucas Thurow no cinema: O que ele desperta no nosso subconsciente é algo único, surpreendente e até sobrenatural.
O Deus.
SUPEROU TODAS AS MINHAS EXPECTATIVAS, INCRÍVEL ESSE DIRETOR VAI ENTRAR PRA HISTÓRIA
VAZOU ? PQP VOU VER AGORA