Três irmãs de 7 a 16 anos vivem sozinhas depois que sua mãe desaparece por um longo período de tempo. Quando os serviços sociais exigem uma reunião de família, a irmã mais velha, Laura, planeja encontrar uma substituta para a mãe.
Fita de arte sueca (coprodução Itália, Dinamarca e Finlândia) sobre um tema que poderia ter caído na mesmice, mas é feito com paixão e audácia, escrito e dirigido por uma cineasta da Suécia, Mika Gustafson, em seu segundo filme, sendo o primeiro da linha de ficção (o anterior foi um documentário). A partir de um argumento pessoal da cineasta, ela conta a trajetória de três irmãs que perderam a mãe e vivem juntas em um bairro operário na Suécia. Entre crises e afetos, elas têm de lidar com a ausência materna, o amadurecimento precoce e as responsabilidades da vida adulta – uma irmã é a mais velha, de 16 anos, a do meio é uma adolescente de 12 e a mais nova é uma criança de sete anos. Elas estão a um passo de ser separadas em lares diferentes pelo conselho tutelar. É verão, as irmãs brincam entre elas e entre amigas, com total liberdade, enquanto a mais velha tenta contratar uma mulher para ser a mãe temporária, para despistar o serviço social. As atrizes que interpretam o trio de central, Bianca Delbravo, Dilvin Asaad e Safira Mossberg, são estreantes e entregam o melhor de si, enquanto o roteiro comove e a fotografia em locações é um brilho - com destaque para as bonitas cenas dentro da casa das irmãs e quando elas brincam nos gramados verdes. O filme é uma amostra do novo cinema social da Suécia, com traços de fita ‘coming-of-age’, portanto misturando momentos cômicos com dramáticos. Um retrato fiel do amadurecer de muitas crianças e adolescentes que não tem pais e assim enfrentam desafios a mais da idade. Exibido no Festival de Toronto – TIFF, e no BFI Londres, foi o vencedor do prêmio de melhor direção na mostra Orizzonti do Festival de Veneza e escolhido como o representante oficial da Suécia para o Oscar 2024, ficando fora da lista. Nos cinemas pela Pandora Filmes. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot com
Que filme horrendo.
Fita de arte sueca (coprodução Itália, Dinamarca e Finlândia) sobre um tema que poderia ter caído na mesmice, mas é feito com paixão e audácia, escrito e dirigido por uma cineasta da Suécia, Mika Gustafson, em seu segundo filme, sendo o primeiro da linha de ficção (o anterior foi um documentário). A partir de um argumento pessoal da cineasta, ela conta a trajetória de três irmãs que perderam a mãe e vivem juntas em um bairro operário na Suécia. Entre crises e afetos, elas têm de lidar com a ausência materna, o amadurecimento precoce e as responsabilidades da vida adulta – uma irmã é a mais velha, de 16 anos, a do meio é uma adolescente de 12 e a mais nova é uma criança de sete anos. Elas estão a um passo de ser separadas em lares diferentes pelo conselho tutelar. É verão, as irmãs brincam entre elas e entre amigas, com total liberdade, enquanto a mais velha tenta contratar uma mulher para ser a mãe temporária, para despistar o serviço social. As atrizes que interpretam o trio de central, Bianca Delbravo, Dilvin Asaad e Safira Mossberg, são estreantes e entregam o melhor de si, enquanto o roteiro comove e a fotografia em locações é um brilho - com destaque para as bonitas cenas dentro da casa das irmãs e quando elas brincam nos gramados verdes. O filme é uma amostra do novo cinema social da Suécia, com traços de fita ‘coming-of-age’, portanto misturando momentos cômicos com dramáticos. Um retrato fiel do amadurecer de muitas crianças e adolescentes que não tem pais e assim enfrentam desafios a mais da idade. Exibido no Festival de Toronto – TIFF, e no BFI Londres, foi o vencedor do prêmio de melhor direção na mostra Orizzonti do Festival de Veneza e escolhido como o representante oficial da Suécia para o Oscar 2024, ficando fora da lista. Nos cinemas pela Pandora Filmes. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema-naweb blogspot com