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O documentário apresenta depoimentos de 16 Acadêmicos, membros da Academia Brasileira de Letras, sobre o atual estado da Língua Portuguesa. A nossa realidade idiomática é mostrada com as cores do Brasil na experiência personalíssima de cada Acadêmico. O diretor escolheu como cenário a Casa de Machado de Assis que, simbolicamente, representa a Casa da Língua Portuguesa. No documentário, os depoimentos se sucedem, registrados sempre com a presença do próprio Nelson, o grande anfitrião deste encontro de notáveis.
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- por mais simples que seja a execução, apresenta um conteúdo riquíssimo
- brabas demais as entrevistas com os membros da academia brasileiras de letras
- cada um falando sua visão sobre a importância da nossa lingua
- de como ela foi gerada, como sempre se modifica, como é usada, como faz parte da nossa cultura, molda e une nosso povo e cresce junto com ele
- a melhor parte é a do Ariano Suassuna, mestre!
Um convite para refletir sobre a nossa língua e seus sotaques.
3 Estrelas e apenas pela presença de Ariano Suassuna. Quanto aos demais salvo raras exceções não passam de políticos disfarçados de intelectuais. A Academia Brasileira de Letras, virou tristemente um braço do congresso e ainda os senhores a que se auto trata uns aos outros de Dr. veem querê invocar Machado de Assis, francamente ele ficaria triste certamente de ver o que virou, o que ele sofreu tanto para junto com outros grandes escritores fundar. Que tem como membro José Sarney e outros cravos péssimos eleitos e recusou ou não deu oportunidade a verdadeiros escritores e que realmente mereciam essa alcunha a que muitos dos engravatados deste documentário desmerecem. Como foi, é o caso de Lygia Bojunga/Alice Ruiz, Mario Quintana/Carlos Drummond/Graciano Ramos/Clarice/Paulo Leminski e outros. Sem mais. Amo a língua portuguesa, mas esse documentário é pobre e não representa a verdadeira literatura que deve ser escrita e sujeito num só ao contrário do que ai em sua maioria está exposto. Veja ou não como preferir *__*
Uma ideia fantástica para um documentário, porém insisto em criticá-lo no sentido de sua execução. Acredito que se quedaria muito melhor com uma dinâmica mais intensa e encaixes entre as entrevistas. Me lembro de um trecho interessante do Sarney, "Meu avô, quando fui eleito para a Academia soltou foguetes e perguntaram a ele o que era isso, ele disse: 'Não sei, mas é coisa grande'".