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Trata-se de um filme-provocação que tem como principal alvo o estigma em torno da AIDS. Ao lançar um olhar para mulheres heterossexuais, “protegidas” pela instituição do casamento e contaminadas por seus maridos com o virus HIV, Positivas mostra quão frágil e desinformado é o muro de preconceito que cega toda a sociedade.
O documentário acompanha a vida de Cida, Heli, Rosária, Medianeira, Sílvia, Ana Paula e Michelle, mulheres que foram surpreendidas pela notícia da doença em um ambiente até então seguro e moralmente “adequado”. Mulheres comprometidas com os dogmas do relacionamento ideal e que não viam a necessidade de negociar o uso da camisinha com seus parceiros.
A diretora dá voz a essas mulheres, mostrando a cara que elas têm, como vivem, o que gostam de fazer, quais são seus sonhos e fragilidades. Porque, apesar do luto inicial que acompanha a notícia e do preconceito que vem em seguida, elas mostram que viver com AIDS não é o fim. Ao contrário, pode significar uma nova chance à vida e à sexualidade.
Além do Festival do Rio, onde foi o vencedor do prêmio Melhor Longa Metragem Documentário pelo Voto Popular, o filme participou da seleção oficial de diversos festivais internacionais entre eles: Cartagena, Colômbia; Outros Brasis, França; Mulheres em Foco, Argentina; Festival do Uruguai; Cine Bogotá, Colômbia e Festival da Bolívia.
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Positivas - Brasil - 2012 - visto no dia 30.11.21
Filme fundamental para entendermos, aprendermos como a AIDS afeta a vida de várias pessoas, independente do gênero, sexo, da nacionalidade e da idade. Qualquer pessoa pode pegar HIV se não se cuidar, essa é a realidade, o documentário mostra isso: qualquer pessoa de qualquer lugar pode pegar por culpa da pessoa mesma que não se cuidou e a ignorância do inocente pois tem gente que nem sabe o que é a AIDS e como se transmite e pega sem saber como, mas surgindo depois e foi o que ocorreu com a maioria das mulheres desse documentário. Muitos
foram obrigados, sujeitadas a transar sem camisinha pelo parceiro, forçar o sexo sem camisinha, na penetração ou falta de cuidado em outros pontos também, ou por confiar nos seus parceiros
cada mulher vive no seu dia a dia, como foi o choque para pessoa doente e para a família saber que tem AIDS, a ignorância, falta de informação, preconceito que ronda sobre a doença, sobre a pessoa que pegou
mostra uma senhora estrangeira vivendo uma vida extremamente simples e que luta para que a AIDS seja combatida, informada para a população no nordeste, tem uma senhora que ficou cega por causa das consequências da AIDS.
uma outra mulher que foi traída e descobriu que o marido é homossexual e ele transmitiu o vírus para ela
do grupo que elas formaram para conscientizar a população sobre como a AIDS funciona
Aqui falando do preconceito também no ambiente de trabalho, da família e dos amigos. Pessoas queridas que se afastam por ele ou ela ter AIDS, ou no ambiente corporativo empresarial onde é proliferado de preconceitos, ignorância e tem pessoas que perdem o emprego, são demitidas por terem AIDS. Isso é absurdo, aconteceu muito e continua acontecendo essas atrocidades. Gente ignorante, estúpida sem empatia pelo próximo. Isso é muito revoltante. Por isso que valorizo muito quando uma empresa faz uma ação social visando maior conscientização para seus funcionários e para as pessoas em relação a AIDS, afinal empresa pode alcançar mais pessoas e é responsabilidade dela também cooperar para salvar mais vidas da ignorância sobre a AIDS, da AIDS em si e salvar mais pessoas.
Documentário simples, tocante, triste mas muito necessário e atemporal. Todo mundo deveria ver para entender como funciona, aprender a levar a sério uma doença que destrói milhões de vidas. Muita emoção, reflexão. Vale a pena.
Alguém sabe onde posso assistir?
O filme que todas as pessoas deveriam ser obrigadas a assistir. Principalmente essa nova geração, que após o coquetel, passou a não entender os horrores do HIV. O HIV positivo não tem face, o filme mostra isso perfeitamente. Ele quebra paradigmas, revela histórias tristes, e de superação. Ele pode ser exibido como forma de prevenção. Ótimo.
Perfeito! Poderia ser facilmente usado como material paradidático, pois mostra a relação do sexismo e o HIV-Aids. O filme/documentário tem relatos simplesmente fantásticos. Adorei!