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Data de lançamento
10 Março 2015Duração
Situada em um mundo onde super-heróis e supervilões são parte do cotidiano das pessoas, a série acompanha os trabalhos dos detetives Christian Walker (Sharlto Copely) e Deena Pilgrim (Susan Heyward, de The Following), que investigam casos envolvendo pessoas com superpoderes.
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História bacana, mas sem envolvimento. Falta direção mais trabalho nos roteiros. Atuação fraca. Pra colocar alguns atores principais tão fracos, parece que é um projeto pra iniciantes. Efeitos não seriam tão essenciais quando se tem um roteiro envolvente, mas como não é o caso, a gente sente falta deles aqui. Assisti todo só pra ir até o fim mesmo. Mas o que não consegue chegar ao patamar de Heroes ou The 4400, não merece consideração.
Tem muito potencial essa série. Gostei da história toda sobre os Powers, os não-powers, todo jogo comercial que fazem com a imagem dos Powers, e o surgimento do anti-powers.
Acho que realmente só tem que melhorar os efeitos, e algumas atuações.
Alguém poderia me dizer se Powers ainda é da Marvel?
Fiz o teste dos 3 primeiros episódio, no qual decido se vou assistir a série ou não, e infelizmente foi bem mais ou menos, o assunto no qual ela trata parece legal mas não me chamou tanta atenção, e esses efeitos, se era para fazer algo foda, um mundo q tem vários heróis e vilões, botava uns efeitos melhores, podiam cancelar e fazer algo com a história de last of us, talvez chamasse mais a atenção
Interessante como a série aborda o mundo dos super heróis pelo lado do contra, pelo lado da vilania, pelo lado em que os compara com pessoas com dependências químicas e que precisam de observação constante, não, não é uma holywood dos efeitos mas até mesmos os efeitos "mais toscos" ficam bom encaixados em todo o quadro da série, tendo inclusive um "vilão" com um efeito fantástico ao acabar com suas vítimas;
o que são aquelas jorradas de sangue e escavação que o Wolfe (Eddie Izzard) faz? é sensacional, é hipnotizante, é mega empolgante - só achei ruim por demorarem um pouco para nos mostrar isso e o fato de o tempo dele na série ter se esgotado. Sem contar que aqui temos os poderes clichês que sempre vemos mas que estão de parabéns pelos efeitos e um exemplo claro disso é o Simons (Aaron Farb) mas também estamos vemos poderes não comercias como os da Zora (Logan Browning) e do Triphammer (Andrew Sensenig).
Gostei muito da Playstation pegar um quadrinho tão diferente sobre um assunto já "comum" mas bastante consumido e jogar pras telas, to curtindo muito o ambiente e o posicionamento que a série ainda está formando e aguardando o desenrolar do arco na sua segunda temporada, sim a série foi sim renovada.
Ps:
não esperava ver o final da Retro Girl (Michelle Forbes) do jeito que foi.
Ps: aguardando o aparecimento de mais "powers" fora do meio comercial.