Nos últimos anos, o México tem se especializado na criação de histórias que retratam a realidade dura e violenta em que vivemos. Isto deu origem a que as pequenas e íntimas histórias ser esquecido, histórias que, apesar de toda a violência e miséria que enfrentamos, continuam a impactar a nossa identidade e quem somos como povo.
"Prelúdio" conta uma história simples: "Ella" (Ana Serradilla ) e "Él" (Luis Arrieta) chegam cedo para uma festa, se encontram e acabam conversando sobre seus sonhos e medos, criando uma conexão diferente que deixa em aberto muitas possibilidades.
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A atração do filme são os diálogos, só por isso já é válido.
Palmas para quem transformou um péssimo filme em uma sinopse de encher os olhos.
Preludio é, basicamente, o que o título sugere: um encontro e um diálogo preliminar que não sabemos no que resultará. Os diálogos não são surpreendentes (aposto que muitos aqui já tiveram uma conversa muito mais produtiva, fluida e empática do que os personagens). Não é pelo formato, nem pelo enquadramento, mas pela falta de eloquência do mesmo que não gostei. Não há nenhuma "sacada" que impressione (como é o caso da carga agradabilíssima dos diálogos de Antes da Meia-Noite), faltou muito pouco para classificá-lo como "forçado ou artificial".
Achei bom pra passar o tempo. Mas acho que, como percebi a forma como o filme iria se dar, fiquei na expectativa de algo mais profundo rs. De qualquer forma, não deixa de ser interessante para ver quando estiver beeem de bobeira.