Queen ao vivo é entrega. Só assim para explicar o que é a performance deste conjunto neste show. Quando você vê um vocalista como o Freddie suando em bica, você sabe que ele está se entregando de corpo e alma para aquela apresentação e para o público. E que performance. Tente andar pra lá e pra cá e cantar ao mesmo tempo como o ele fez neste show para ver se você consegue. E isso por quase duas horas. E como tocava bem o piano, repare na introdução da música “Seven Seas Of Rhye”, que categoria. A câmera bem posicionada não deixa mentir. Repare também na multidão comendo na mão dele na execução de músicas como “Radio Gaga”, “Love Of My Life” e “We Will Rock You”, ou como quando ele faz aquelas brincadeiras onde todo mundo repete o que ele canta. São poucos os vocalistas que tem esta simpatia do público. E que outro conjunto tem um baterista como o Roger, com aquele vozeirão todo servindo de apoio e um guitarrista como o Brian. Freddie costumava dizer que não precisava de uma orquestra, porque o próprio Brian é uma orquestra de um homem só. E tocar ao vivo como ele toca não é para qualquer um. É só dar uma espiadinha na performance dele neste show. Para fechar com chave de ouro, um baixista que não precisa se esnobar para aparecer. A sua colaboração está nas músicas e nas linhas de baixo que ele escreveu e que reproduz de olhos fechados neste show, porque são anos de experiência tocando com o Queen. Todos eles sabem de cor o que precisam fazer para levar o público a loucura, como os levou neste fabuloso show.
Queen ao vivo é entrega. Só assim para explicar o que é a performance deste conjunto neste show. Quando você vê um vocalista como o Freddie suando em bica, você sabe que ele está se entregando de corpo e alma para aquela apresentação e para o público. E que performance. Tente andar pra lá e pra cá e cantar ao mesmo tempo como o ele fez neste show para ver se você consegue. E isso por quase duas horas. E como tocava bem o piano, repare na introdução da música “Seven Seas Of Rhye”, que categoria. A câmera bem posicionada não deixa mentir. Repare também na multidão comendo na mão dele na execução de músicas como “Radio Gaga”, “Love Of My Life” e “We Will Rock You”, ou como quando ele faz aquelas brincadeiras onde todo mundo repete o que ele canta. São poucos os vocalistas que tem esta simpatia do público. E que outro conjunto tem um baterista como o Roger, com aquele vozeirão todo servindo de apoio e um guitarrista como o Brian. Freddie costumava dizer que não precisava de uma orquestra, porque o próprio Brian é uma orquestra de um homem só. E tocar ao vivo como ele toca não é para qualquer um. É só dar uma espiadinha na performance dele neste show. Para fechar com chave de ouro, um baixista que não precisa se esnobar para aparecer. A sua colaboração está nas músicas e nas linhas de baixo que ele escreveu e que reproduz de olhos fechados neste show, porque são anos de experiência tocando com o Queen. Todos eles sabem de cor o que precisam fazer para levar o público a loucura, como os levou neste fabuloso show.