| Título | Querida mãe (Original) |
|---|---|
| Ano produção | 2009 |
| Dirigido por | Patricia Cornils |
| Estreia |
2009
(
Brasil
)
Outras datas |
| Duração | 26 minutos |
| Classificação | L - Livre para todos os públicos |
| Gênero | |
| Países de Origem | Brasil |
Patrícia Cornils empresta seu corpo, sua imagem, para reproduzir um momento muito específico de sua mãe, da qual ela não sabe muito. Cornils atua e acompanha a leitura das cartas que a mãe escrevia para a avó da diretora, em 1966, cujo texto funciona como uma poderosa e delicada narração. O registro não é o da reconstituição que alguns documentários fazem, mas sim o de uma ausência instalada que, por força da cineasta, transforma-se num bonito vulto alusivo e focado no “o que teria sido”. Esse mistério que separa a experiência da mãe em 1966, reproduzida em cartas, e a diretora não é preenchimento, mas sim deslocado para um preenchimento do vazio que seria o pouco material que Cornils possui sobre sua mãe, que não o sentimental e interior. É como se ela preenchesse a tela vazia com sua própria imagem, que não deixa de ser sua direção.
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