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Monalisa é uma jovem de 26 anos que vive com o marido Douglas em um tranqüilo bairro de São Paulo.
Ela se tornou dona de casa por que Douglas, um empresário do ramo editorial, não achava necessário que ela trabalhasse.
Para passar o tempo Monalisa arruma a casa e se distraí em shoppings e Parques com as amigas.
O casamento de Monalisa não vai bem. Tudo o que ela consegue pensar é que a crise no casamento é sua culpa.
Douglas não lhe dá mais atenção, chega tarde em casa, reclama da comida e nunca está disposto a fazer amor com a própria esposa.
Notando o sofrimento de Monalisa, sua melhor amiga, Dora, resolve indicar um curso livre que é oferecido em uma escola de artes: O “Quero ser Beyoncé”.
A principio Monalisa reluta, mas é convencida por Dora a assistir a primeira aula.
Chegando no espaço, Monalisa fica fascinada com a magia e transformação que a dança exerce na vida das pessoas. Ana, a professora, estimula o lado sensual das mulheres, fazendo-as descobrir o lado Beyoncé de cada uma.
O grande desafio de Monalisa é encontrar essa Beyoncé dentro de si, afinal, como ela mesma diz: “Pareço uma capivara doida dançando”.
Monalisa não consegue aprender nem o passo mais fácil do mundo. Dançar, para ela, é tão difícil quanto reconquistar o marido.
Com força, determinação e muito joelho ralado, Monalisa tentará encontrar a sua outra face. Mesmo que para isso tenha que aprender a enxergar certas verdades.
“Quero ser Beyonce” será um curta musical que levará o expectador ao auge da dança, com performances extraordinárias.
É uma homenagem a alegria, auto estima e pensamento positivo.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Como que uma pessoa como a personagem Dora é colocada como uma mulher independente, decidida e tudo mais, como se tivesse a mesma personalidade que a Beyoncé, mas é oprimida? Coerência pra que? Pois, aquela cena em que os pedreiros mexem com ela é a pura opressão, já que homem faz isso devido a relação de poder. E o pior de tudo não é tal opressão, mas ela ir dançar pros caras no meio da rua. Sem querer ser conservadora ou qualquer coisa do tipo, MAS, poxa... Não sei se não pensaram nessa questão da opressão na produção ou se o objetivo era mostrar que a mulher decidida e independente também sofre com isso, apesar que eu acho que não foi esse o objetivo.
Antes de mais nada temos que deixar claro que isso é uma produção independente de universitários, portanto não podemos avaliar do mesmo modo que um filme que tem uma grande produção!!!
Esse média metragem superou minhas expectativas e é válido pelo enredo, pelo modo como a trama se desenvolve atrelada à trilha musical e sua respectiva letra. Muito legal a mensagem de autoconfiança, de valorizar o "me, my self and I" por meio da Bey, hahaha
Parabéns pela iniciativa, pelo esforço e pelo resultado! Adorei!
Ah gente sei la mas acho que vcs estao sendo maldosos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk o conceito por trás não é ruim, a produção tb não...lembrem que é PRODUÇAO ACADEMICA...totalmente INDEPENDENTE, quem faz faculdade saber o sacrifício que é conseguir boa verba pra trabalho...achei até bem feitinho!
e quanto ao fato de ser brasileiro menos preconceito pq cinema brasileiro produz sim MUITA coisa boa mas infelizmente não recebe a atenção devida nem dos patrocinadores e nem do público que prefere as maravilhas feitas pelo chroma key hollywoodiano!
Gente, esse curta é feito por universitários por conta própria. O orçamento é baixo e é uma produção INDEPENDENTE. Eles se esforçaram muito porque eu acompanho o andamento das filmagens a bastante tempo. Querem melhor? Façam vocês mesmos, que ai sim vocês vão ter uma ideia de como é fazer um mega com dinheiro do próprio bolso.
mentira .... isso não existe ...kkkk brasileiro ainda .... aff esquece num voh perde meu tempo.