Um filme bem esquisito sobre relacionamentos, a repetência da toxidade de nossos pais, impregnado em nós, pronto para passar para nossos filhos, aquela parcela de essência que nos forma, que precisamos ir descobrindo pois foi destruído em nossa infância, e que depositamos em pessoas erradas.
Tive uma impressão bem errada sobre os personagens de Mandy e Peter, a principio achava um casal disfuncional, mas que tinham liga, ai fui percebendo em Peter traços bem pesados de alguém que queria algo que não era Mandy,e vice versa, e que Peter também era um pacote de problemas vindo de sua família...ou seja, um mecanismo para formar outra família disfuncional.
A forma como foi construído e esquisito porem agradável ao mesmo tempo, cheio desses detalhes subliminares nos comportamentos, como o pequeno lach, a principio pensei ser autista, depois mal educado, ate perceber que era a próxima geração de pessoa destruída pelos comportamentos que via.
Um filme bem esquisito sobre relacionamentos, a repetência da toxidade de nossos pais, impregnado em nós, pronto para passar para nossos filhos, aquela parcela de essência que nos forma, que precisamos ir descobrindo pois foi destruído em nossa infância, e que depositamos em pessoas erradas.
Tive uma impressão bem errada sobre os personagens de Mandy e Peter, a principio achava um casal disfuncional, mas que tinham liga, ai fui percebendo em Peter traços bem pesados de alguém que queria algo que não era Mandy,e vice versa, e que Peter também era um pacote de problemas vindo de sua família...ou seja, um mecanismo para formar outra família disfuncional.
A forma como foi construído e esquisito porem agradável ao mesmo tempo, cheio desses detalhes subliminares nos comportamentos, como o pequeno lach, a principio pensei ser autista, depois mal educado, ate perceber que era a próxima geração de pessoa destruída pelos comportamentos que via.
Eu amo a Billie!