"Last Letter" conta a história do amor de "Kishibei no Yuri" que voltou para assistir ao funeral da irmã "Tonomi Misaki" e Yuri se encontrou com "Ayumi", sobrinha que não é. Vejo você por um longo tempo Ayumi ainda não pode aceitar a morte de sua mãe. Ela é, portanto, incapaz de abrir e ler. "A carta final" que a mãe deixou para ir ao exterior Yuri foi à festa de Misaki em vez de si mesmo. Para informá-los de sua morte Mas Yuri é confundido com Misaki. Ela conheceu "Otosaka Kyoshiro", romancista e seu primeiro homem amoroso. Ele também não entende que ela é Misaki também. Ambos trocaram informações de contato. Até um dia Yuri também recebeu uma mensagem de Kyoshiro dizendo que "Se eu disser que ainda te amo agora Acredite ou não? "
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Eu sinto que esse poderia ser o último filme do Iwai. Felizmente não é, mas poderia.
É como se um círculo tivesse se fechado, seu primeiro grande sucesso sendo Love Letter e agora, 23 anos depois, ele entregando Last Letter (não preciso entender chinês para saber que não condiz com o título original, 'Ni hao, Zhihua').
Outro drama epistolar que em certos aspectos se recicla do antecessor, — ambos rimam em vários sentidos, — mas ao mesmo tempo se reinventa e se atualiza a um mundo completamente diferente. Tem um quê de Rip Van Winkle no Hanayome ao refletir sobre interações modernas e/ou tecnologia, mas isso é posto em segundo plano para focar no que realmente importa: as cartas, escritas a mão. Em Ni hao, Zhihua, assim como em Love Letter, a carta serve como retentora da memória, dos acertos e erros no caminho, sendo uma ponte entre passado e presente. Ao mesmo tempo, expandido a idea do filme de 1995, elas servem como um elo entre três gerações e períodos distintos da vida: a adolescência, a vida adulta e a terceira idade.
"Vai haver momentos na vida que serão difíceis e dolorosos. Em tempos assim, eu acredito que nos lembraremos desse lugar. O lugar em que nossos sonhos ainda não conheciam limites."
Sinto que tem algo de self insertion do próprio Iwai no Yin Chuan.
Entendo que, para alguns, a última carta pode soar melodramática.
Para mim, fez bem.
Att.
Felipe.
"Last Letter" é o primeiro filme em chinês do diretor e roteirista japonês Shunji Iwai, mas ele já está filmando uma versão em japonês, também chamada de "Last Letter".Indiscutivelmente, o cinema chinês tem uma vantagem comparativa quando se trata de tearjerkers e Iwai não é estranho ao próprio gênero, tornando esta uma escolha sagaz para o seu primeiro projeto do Continente. A última carta vai te sufocar totalmente, mas de uma forma que é, em última análise, rejuvenescedora. É o tipo de filme que faz você se sentir bem com as pessoas. Claro, o elenco ridiculamente atraente não faz mal de forma alguma. Altamente recomendado para fãs de romance sentimental e dramas familiares.