É um show de absurdos, misoginia, machismo, bullying, transfobia rs - parece até q vc entra numa máquina do tempo direto para os anos 2000, mas honestamente eu já to calejada com os programas de TV japoneses, então foi só mais uma terça feira. É interessante perceber que com certeza o tom do programa era esse mesmo pq o Atsushi Tamura também foi apresentador e comentarista do Love Village e era MEGA diferente lá, bem mais humano e tranquilo. Nem a Mari Yaguchi escapou de ter o próprio escandalo sendo comentado ATÉ MESMO pelos participantes.
Esse programa é sarcástico e tem umas piadas escrotas, mas não vou mentir que achei engraçado.
Sendo sincero dúvido que isso seja de verdade! É muita tosqueira, teatro e armação pra alguém ser assim, mas talvez seja assim na cultura deles e de fato lá ter dividas é um defeito na hora de encontrar seu par para casar.
É extremamente vergonhoso. Eu jurava que era de 2012, além das roupas dos participantes serem horrorosas, digo, sem nexo com o ambiente e situação, todo o cenário e apresentadores eram toscos, parecia um experimento social fajuto e vergonhoso.
Isso porque eu já assisti outros realitys shows japoneses muito anteriores e que os comentaristas eram muito mais engraçados e despojados, mesmo com falas pesadas e preconceituosas, não chega aos pés deste.
Eu assisti por se tratar da realidade obscura de cada pessoa, sem romantizar as coisas, até como uma prova para perceber que o Japão esconde e, ao mesmo tempo, escancara muito um retrocesso em vários aspectos. Parecia um reality show mal feito.
Aliás o que era mais bombástico eram as falas dos apresentadores, muito mais taxativos do que os próprios participantes, é de chorar de tanta vergonha. Muitos absurdos especialmente saindo da boca do apresentador que é considerado um heterotop, já que foi ex-playboy e é extremamente sexista, homofóbico, e sádico.
Se você não se incomodar nenhum pouco sobre ele ter falado de uma participante que poderia ser estuprada por ser tímida, tenha certeza que sua situação é extremamente preocupante.
É chocante demais como eles acham ok constranger, rotular, humilhar, zombar e até assediar as pessoas, começando pelos apresentadores, pela produção do programa em si. O machismo escancarado, naturalizado... E o Japão não leva a OMS a sério não? Porque desde 2019 a transexualidade saiu da categoria de transtornos mentais para integrar o de “condições relacionadas à saúde sexual”, mas o programa se referia a isso como um transtorno. Desserviço sem tamanho.
A proposta é interessante, a execução é puro sofrimento. Não que não tenha drama, na maioria não há mesmo, mas há tanta misoginia e preconceito neste reality que vi até o fim só pela curiosidade mesmo. Quando cheguei no fim da série fiquei pensando que nem todo segredo era tão obscuro assim, alguns inclusive só estavam no show para repetir comportamentos...
É um show de absurdos, misoginia, machismo, bullying, transfobia rs - parece até q vc entra numa máquina do tempo direto para os anos 2000, mas honestamente eu já to calejada com os programas de TV japoneses, então foi só mais uma terça feira.
É interessante perceber que com certeza o tom do programa era esse mesmo pq o Atsushi Tamura também foi apresentador e comentarista do Love Village e era MEGA diferente lá, bem mais humano e tranquilo. Nem a Mari Yaguchi escapou de ter o próprio escandalo sendo comentado ATÉ MESMO pelos participantes.
Esse programa é sarcástico e tem umas piadas escrotas, mas não vou mentir que achei engraçado.
Sendo sincero dúvido que isso seja de verdade!
É muita tosqueira, teatro e armação pra alguém ser assim, mas talvez seja assim na cultura deles e de fato lá ter dividas é um defeito na hora de encontrar seu par para casar.
É extremamente vergonhoso. Eu jurava que era de 2012, além das roupas dos participantes serem horrorosas, digo, sem nexo com o ambiente e situação, todo o cenário e apresentadores eram toscos, parecia um experimento social fajuto e vergonhoso.
Isso porque eu já assisti outros realitys shows japoneses muito anteriores e que os comentaristas eram muito mais engraçados e despojados, mesmo com falas pesadas e preconceituosas, não chega aos pés deste.
Eu assisti por se tratar da realidade obscura de cada pessoa, sem romantizar as coisas, até como uma prova para perceber que o Japão esconde e, ao mesmo tempo, escancara muito um retrocesso em vários aspectos. Parecia um reality show mal feito.
Aliás o que era mais bombástico eram as falas dos apresentadores, muito mais taxativos do que os próprios participantes, é de chorar de tanta vergonha. Muitos absurdos especialmente saindo da boca do apresentador que é considerado um heterotop, já que foi ex-playboy e é extremamente sexista, homofóbico, e sádico.
Se você não se incomodar nenhum pouco sobre ele ter falado de uma participante que poderia ser estuprada por ser tímida, tenha certeza que sua situação é extremamente preocupante.
É chocante demais como eles acham ok constranger, rotular, humilhar, zombar e até assediar as pessoas, começando pelos apresentadores, pela produção do programa em si. O machismo escancarado, naturalizado... E o Japão não leva a OMS a sério não? Porque desde 2019 a transexualidade saiu da categoria de transtornos mentais para integrar o de “condições relacionadas à saúde sexual”, mas o programa se referia a isso como um transtorno. Desserviço sem tamanho.
A proposta é interessante, a execução é puro sofrimento. Não que não tenha drama, na maioria não há mesmo, mas há tanta misoginia e preconceito neste reality que vi até o fim só pela curiosidade mesmo.
Quando cheguei no fim da série fiquei pensando que nem todo segredo era tão obscuro assim, alguns inclusive só estavam no show para repetir comportamentos...