Real

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Real (2013)
Riaru: Kanzen Naru Kubinagaryu no Hi Outros títulos
Média do filme: 3.3 de 5 — baseado em 78 votos
MÉDIAFILMOW
3.3
78 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Kiyoshi Kurosawa
Data de lançamento 1 Junho 2013 Outras datas
País de origem Japão 🇯🇵
Duração 127 min (2h07)
Classificação indicativa de Real: 10 - Não recomendado para menores de 10 anos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

1 Junho 2013

Duração

127 minutos Classificação indicativa de Real: 10 - Não recomendado para menores de 10 anos
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Sinopse

Koichi e Atsumi eram amigos desde a infância, e com o tempo, se tornam amantes. No entanto Atsumi tenta se matar, e acaba entrando em coma. Através de um procedimento neurocirúrgico diferente, Koichi entra no subconsciente de Atsumi para tentar descobrir o motivo da tentativa de suicídio dela e para tentar trazê-la de volta à consciência.

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Sacrifício

Comentários 4
amigos querem ver
dillataide
dill valentine
8 anos atrás

não aguentei esse filme.

lucascardozo
Lucas Cardozo
9 anos atrás

Vi hoje mais cedo. Bom filme. O cara entra na mente da amiga que está em coma após uma tentativa de suicídio para faze-la acordar, mas as coisas começam a complicar pq ela não quer e a experiência causa efeitos colaterais e ele começa a ser assombrado na vida real. Mas isso não é nada perto do que está por vir.

Comecei a teorizar os acontecimentos e como seria a conclusão, mas mesmo com rumos óbvios, o filme engana. Isso por causa da grande reviravolta, introduzida de forma rasa devido ao seu peso e criando certas expectativas (ou eu que viajo demais teorizando as coisas), mas pouco depois desenvolvem o ocorrido, dando tempo para refletir. Senti que o filme ironizou o impacto ao colocar um personagem indagando sobre o motivo daquilo ter acontecido daquela forma. Não só isso como tb reutilizam momentos pré-reviravolta de forma repaginada pós-reviravolta, o que é curioso.

'Real' é um daqueles longas japoneses de baixa produção que chamam a atenção e possuem histórias tão boas que relevam qualquer problema de edição (que é bem fraco, mas não prejudicial). É um longa lento, que atrai pelas conversas naturais e a curiosidade do que tudo aquilo realmente significa, o que é verdade. Curiosamente, isso leva aos minutos finais um tanto quanto 'diferente' do restante do filme. Das surpresas, deve ter sido a mais inesperada pra mim haha Foi estranho. E não posso deixar de observar que, pelo filme não usar as 'assombrações' para assustar (sequer é o objetivo), felizmente não se utiliza de efeitos sonoros forçados para tal, equilibrando com o clima do longa.

gabyeinloft
Gabriela
11 anos atrás

como faço para assistir??

Alguém achou online?

Dois filmes que baixei no fodástico blog cult “Sonata Première” e que chamaram minha atenção nos últimos tempos foram os premiados “Real”, da diretor japonês Kiyoshi Kurosawa e “Mel”, da diretora italiana Valeria Golino. Aparentemente, os dois filmes não têm nada a ver um com outro, mas somei os dois em minha cabeça devido a um fato e a um peculiar fator comum: assisti aos dois filmes no mesmo dia e, assim, ambas as histórias ficaram misturadas em minha cabeça; além disso, em ambos os filmes, seus personagens vivem (ou melhor, sobrevivem) se equilibrando (ou se desequilibrando) na linha tênue que separa a vida da morte.
Dos dois, o que me marcou mais intensamente foi “Real”, filme com uma leve ligação com a ficção científica e com uma forma peculiar e alucinante de análise do inconsciente humano (altamente recomendado para análise da escritoramiga e psicóloga Raquel Freire do Amaral) – o classificaria como um drama psicológico com pitadas de ficção científica e suspense. Reparem na sinopse: “Os médicos japoneses contactam dois cérebros em um misto de realidade virtual e telepatia. Koichi passa a conversar com sua garota, Atsumi, que desde uma tentativa de suicídio, há um ano, está em coma profundo. Ele consegue entrar no subconsciente dela e ali Atsumi, desenhista de mangás, faz um pedido a ele: procurar um esboço de plesiossauro para que ela possa sair do torpor. Koichi encontra o monstro e eles passam a entender o porquê dele e a ver que a verdade não é o que parece ser.” Com uma fotografia estonteante, o filme é uma viagem incrível pelo universo do inconsciente e o quanto nossas culpas podem se transformar num vigoroso plesiossauro e dominar todo nosso interior. Tenho meus poréns com a solução final do filme (que não vou contar, amigos leitores, “Real” é uma experiência que vocês devem assistir e tomarem suas próprias conclusões), por conta do tamanho e força do plesiossauro que criamos dentro de nós, quando nosso inconsciente se prende a ele, mas isso não afeta a viagem magnífica que meus olhos tiveram diante do filme.
Já o filme “Mel”, completamente despido de qualquer aproximação com a ficção científica de “Real”, nos leva àquele velho questionamento: temos ou não temos direito de escolhermos a nossa dissolução (quanto essas decisões influenciam as pessoas a nossa volta e qual é o sentido – ou falta de sentido – nisso)? A personagem Irene se propõe a fazer um trabalho difícil e ilegal: ajudar pacientes terminais a morrer. Ela busca o medicamento proibido no México. Obviamente, ninguém sabe o que ela faz. Não pode haver envolvimento emocional com o paciente. Certa vez, um engenheiro solicitou seus préstimos. Depois que ela soube que ele não possuía doença alguma, Irene começa a tentar salvar a vida do homem. Foi este personagem – e não a protagonista Irene – que me chamou mais a atenção. Seu passado misterioso, suas razões, nada é explicado no filme, apenas sua ânsia em partir desta vida é declarada por ele, apesar de não aparentar traços suicidas em sua vida – exceto por uma opção de manter-se só, apesar de mostrar-se comunicativo e sociável... será que ele possuía um plesiossauro dentro dele? Não sei... só sei que ambos os filmes se misturam em mim...
Com a mistura desses dois filmes e seus questionamentos, surgiu esse poema louco que posto hoje: o eu lírico inspirado no engenheiro suicida do filme “Mel” passeando pelo universo lírico, dominado por um violento plesiossauro de culpas, do filme “Real”. Não sei dizer se a mistura foi boa (talvez eu tenha escrito o poema para resolver o final que não apoiei do filme “Real”, não sei, só meu inconsciente – esse sujeito mudo em mim – poderia me responder), mas fica o resultado poético final para os amigos leitores poderem curtir e/ou descurtir. É um tributo poético às sensações que os filmes me passaram, são novos eus líricos que vieram pra mim; ao leitor, cabe o julgamento se o poema é bom ou ruim, desde que se dispa dos julgamentos de certo ou errado, são eus líricos que tomam suas próprias decisões, muito acima de minhas disposições.
Boa leitura e Arte Sempre!
Leia o poema em: http://diariosdesolidao.blogspot.com.br/2014/06/um-tributo-aos-nossos-monstros-o.html

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