Sempre é um prazer ver qualquer filme com Constance Bennett que pra mim é uma das atrizes mais injustiçadas de Hollywood. Fico triste e perplexo com o seu esquecimento, sendo que ela era uma das atrizes mais populares da década de 30. Ela possuía um brilho, uma elegância e um talento imenso e aqui nesse filme podemos ver isso, pois é uma excelente atriz em um filme com um roteiro bastante problemático e até mesmo non sense. Nesse filme ela faz uma mulher que é apaixonada por um cara, mas eles não podem se casar por causa de diferenças sociais: ela além de pobre, é considerada uma mulher com reputação duvidosa e vinda de uma família de alcoólatras. Após uma série de desencontros ela acaba casando-se com um amigo da família que sempre foi apaixonado por ela. Seu irmão possui uma admiração quase doentia por esse homem e senti nisso uma forte dose de homoerotismo nas entrelinhas. Na noite de núpcias ela descobre um segredo do seu marido e ocorre uma tragédia. Após essa tragédia, ela decide carregar uma cruz que não é sua e sua reputação se finda de vez e junto com isso a relação com seu irmão, que a culpa pela tragédia que ocorreu. Após essa tragédia, a linha homoerótica fica muito mais densa, sugerindo que o irmão dela era apaixonado por esse amigo, impossível não perceber isso, ainda mais quando o filme se aproxima do fim. É muito bom ver Herbert Marshall desempenhando um papel que não seja o de marido traído, mas seu personagem aqui não possui força alguma, mesmo sendo o "mocinho romântico". Constance Bennett tem um desempenho dentro do possível, em vista do fubá que é o roteiro, mas em algumas horas ela acaba indo junto com tudo. Enfim, não é um filme de todo ruim, mas ele peca e tropeça pelo roteiro e pela história totalmente sem noção alguma.
Sempre é um prazer ver qualquer filme com Constance Bennett que pra mim é uma das atrizes mais injustiçadas de Hollywood.
Fico triste e perplexo com o seu esquecimento, sendo que ela era uma das atrizes mais populares da década de 30. Ela possuía um brilho, uma elegância e um talento imenso e aqui nesse filme podemos ver isso, pois é uma excelente atriz em um filme com um roteiro bastante problemático e até mesmo non sense. Nesse filme ela faz uma mulher que é apaixonada por um cara, mas eles não podem se casar por causa de diferenças sociais: ela além de pobre, é considerada uma mulher com reputação duvidosa e vinda de uma família de alcoólatras. Após uma série de desencontros ela acaba casando-se com um amigo da família que sempre foi apaixonado por ela. Seu irmão possui uma admiração quase doentia por esse homem e senti nisso uma forte dose de homoerotismo nas entrelinhas. Na noite de núpcias ela descobre um segredo do seu marido e ocorre uma tragédia. Após essa tragédia, ela decide carregar uma cruz que não é sua e sua reputação se finda de vez e junto com isso a relação com seu irmão, que a culpa pela tragédia que ocorreu. Após essa tragédia, a linha homoerótica fica muito mais densa, sugerindo que o irmão dela era apaixonado por esse amigo, impossível não perceber isso, ainda mais quando o filme se aproxima do fim. É muito bom ver Herbert Marshall desempenhando um papel que não seja o de marido traído, mas seu personagem aqui não possui força alguma, mesmo sendo o "mocinho romântico". Constance Bennett tem um desempenho dentro do possível, em vista do fubá que é o roteiro, mas em algumas horas ela acaba indo junto com tudo. Enfim, não é um filme de todo ruim, mas ele peca e tropeça pelo roteiro e pela história totalmente sem noção alguma.