Dirigido por
Duração
Na época da ditadura, os presos políticos eram fotografados em diferentes situações. Hoje, dois sobreviventes da tortura veem, pela primeira vez, as fotografias relativas às suas prisões. Antônio Roberto Espinosa, testemunha sobre Chael Schreier, com quem conviveu na prisão. Já Reinaldo Guarany relembra sua saída do país e fala sobre Maria Auxiliadora Lara Barcellos, com quem viveu em Berlim. Um filme necessário, contundente e revelador.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
O filme traz uma experiência ao público por meio de fotografias e vídeos nas quais pessoas foram torturadas na ditadura militar.
As imagens mostradas representam as torturas cometidas pelo Dops. Os depoimentos dos que conseguiram sobreviver, sobre seus amigos que foram mortos, ou dos que, infelizmente, cometeram suicídio, por não aguentar tamanha repressão. As fotos das pessoas após terem sido torturadas juntamente com as histórias narradas são duramente refeitas na nossa cabeça, reafirmando o quanto tudo isso foi desumano.
Vemos a tortura, repressão, massacre e toda barbárie que aconteceu na ditadura militar. E que, por mais que tenham registros, documentários, fotos, vídeos, provas concretas de que aconteceu, ainda assim, há o negacionismo por parte de muitos.
O documentário cumpre o papel ao mostrar por meio das imagens o quanto o sistema foi/é cruel.
Isso aqui é documentário serio! com provas! não patifaria conspiratória negacionista bolsonarista de brasil paralelo . Assistam Alma Clandestina outro doc sobre Dora feito posteriormente.
desmontando como sempre falacias de que não há imagens de tortura.
essencial
Documentário e relatos impactantes. Direção e montagem muito bem conduzida. As fotografias auxiliam na construção do imaginário, enquanto que o silêncio/tela preta constroem momentos de contemplação.
Aos nossos companheiros mortos, nenhum minuto de silêncio, mas toda uma vida de luta!
5° filme visto na mostra 10 olhares.
28/04/21
O impacto que fotografia agrega na memória, é como se tornasse mais vívida a lembrança,
passei o filme na expecativa do relato da Dora, que não veio, mas em todo filme paira a sua energia, força, que no fim a revolta causada pela dicotomia da sua presença e ausência instiga doloridas reflexões