Com o intuito de comprar armas dos Estados Unidos, revolucionários mexicanos roubam um grande carregamento de ouro do exército austríaco. Com isto os rebeldes despertam a fúria do comandante das tropas invasoras, que emprega de extrema violência para recuperar o ouro. Mas, ao lado dos mexicanos, está Sabata, um implacável pistoleiro mercenário, que tem muitos interesses nesse conflito!
Segundo filme da trilogia "Sabata" e o único em que o personagem não foi interpretado por Lee Van Cleef. Continuação: "O Retorno de Sabata".
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Sequência do sucesso "Sabata", tem bastante ação, mas um roteiro confuso e a escalação de Brynner no lugar de Lee Van Cleef, tornam a coisa meio estranha...
Cara não acredito ter demorado tanto pra assistir essa obra prima. Tudo funciona, Sabata é um personagem simples, porém dono de uma presença singular e icônica. Os personagens secundários e a maravilhosa trilha sonora fecham essa mistura como um café quentinho com uma farofa dea carne de sol e ovo num fim de noite haha recomendo demais
Disponível no Prime Vídeo (MGM).
"Sabata Adeus", de 1970, é um filme oriundo do movimento western spaghetti que se vale de elementos revolucionários em seu texto e de um drama consideravelmente sério, ao passo que é temperado também por momentos de humor típicos de alguns dos seus pares. Co-produção entre Itália e Espanha, foi idealizada por Gianfranco Parolini e protagonizado por Yul Brynner, é uma história inédita, apesar do nome relacionado a outro filme da "franquia" Sabata.
É um dos melhores filmes de Parolini, mesmo não sendo da saga Sabata. É um filme divertido, que tem personagens carismáticos e uma história pontual, que equilibra bem entre aventura, humor e louvor a revolução mexicana.
Esse clássico cult teve suas reexibições nos idos de 79, nas extintas atrações Bang Bang à Italiana e Poltrona R (TV Record), e na primeira fase do Corujão, na década de 80.
Pela boa nostalgia, 04 estrelas.
Co-produção ítalo-espanhola da Produzioni Europee Associate, C.B. Films S.A. e United Artists que é um faroeste spaghetti dramático de guerra, sendo filmado em Roma, Lazio, na Itália, e em Almería, Andalucía, na Espanha. O diretor italiano Gianfranco Parolini (1925-2018) usou o pseudônimo de Frank Kramer, assim como alguns atores também.
Este filme é a sequência de Sabata, o homem que veio para matar (69), sendo seguido com Sabata vem para vingar (71), que completou a trilogia. Lee Van Cleef (1925-1989) foi convidado para estrelar este filme, mas rejeitou a oferta por algum motivo. Ele foi então substituído por Yul Brynner (1920-1985), cujo personagem só se chamaria Sabata na versão internacional em inglês, e Indio Black na versão italiana. Este não era originalmente um filme de "Sabata". O título original em italiano foi traduzido como "Indio Black, quer saber? Você é um grande filho da mãe ..."
Brynner sorri com desdém na maior parte do tempo, o que pode fazer parte da caracterização ou indicar como ele se sentia em relação ao filme inteiro. Independente da qualidade duvidosa, é um filme cheio de ação absurda, daquele tipo que ninguém deve piscar um segundo pra não perder a direção de que lado veio o tiro.
Filme muito bom. Contexto histórico da ocupação do México pela tropas austríacas de Maximiliano em seu sonho louco de fundar um imperio no México.