A série foi uma grata surpresa pra mim. Maravilhosa! Ansiava para ver o próximo episódio. A ambientação, as estórias entrelaçadas, a vida em Joseon no século XVI, as pinturas, a confecção do papel, o romance, tudo muito interessante. Não era nada fácil viver naquele reino e um rei ambíguo como aquele, realmente, dificultava tudo exponencialmente. A parte do passado é muito mais legal de ver, me prendeu imensamente. Sofri, chorei, vivi as dores e alegrias daquele casal que se amou de corpo e alma. Só tenho uma ressalva:
já que é inspirada na personagem Saimdang, uma ficção, poderiam ter deixado ela e o Lorde Uiseong serem finalmente felizes juntos, como casal. Achei dispensável toda a estória dela com o marido (que no começo da estória é bem frio e até um pouco grosseiro com ela). Detestei ver a submissão dela ao marido, à sogra, ao chefe, enfim, uma opressão muito grande. Achei forçado dar um final feliz para ela e o marido. Pra mim, teria sido uma experiência mais prazerosa se ela fosse solteira e focasse a séria na busca dela em provar que a pintura era falsa. E daí juntar o casal, que merecia viver esse amor.
Mas, isso é pessoal, eu sei, não compromete a experiência em assistir essa série linda.
Porque a Saimdang queimou ela no monte, mas o Lorde Uiseon salvou metade, mas ele se entregou para morrer, ficou preso, onde teria guardado ou quem guardou e entregou pra ele quando ele foi embora? Achei que deveria especificar mais isso aí. Sou muito detalhista? kkk
Essa série despertou meu interesse pelos dramas sul coreanos, portanto tem um lugar muito especial para mim, fui captada pela fotografia e pela beleza da série. As cenas com a manipulação dos pigmentos e processo criativo em artes são realmente de uma beleza arrebatadora, para quem se interessa por aquarela como eu terá uma experiência de apreciação, de investigação e de curiosidade, os pincéis, os materiais, os cenários e o figurino é muito bonito. É bonito ver que a arte permeia os dois períodos da série de uma maneira muito poética, a investigação de Saimdaing para a natureza e posterior no futuro suas obras e de Lee Gyom em espaços museológicos pela Seo Ji-Yoon, o trabalho da conservação e investigação das obras de arte, é belíssimo e revela uma perspectiva do transcendental na arte. Ver que a série se baseia também em fatos reais da Saimdaing e reconhecer os passos que naquele período ela como mulher alcançou é muito empolgante. O romance é trágico e profundamente melancólico, reforça as características da personagem com seus princípios acima de seus anseios e desejos, um grande conflito para ambos devidos as questões da época. A arte na disputa do poder, a arte como política através do poema polêmico e do retrato do rei perturbado é muito bem trabalhado, amei as cenas da fabricação do papel é incrível. A única coisa que me incomodou foi Seo Ji-Yoon no futuro/presente, embora ela tenha essa postura forte e ao mesmo tempo a passividade de Saimdang, achei ela tolerante demais com as violências cotidianas que se apresentaram na série.
Eu esperava um desfecho diferente para Seo Ji-Yoon, ou seja para Saimdang em sua vida futura com Lee Gyom, me senti péssima de achar muito ruim o retorno seu marido, mas acho q ela poderia ter finalizado o casamento mesmo assim e dar uma oportunidade para seus reais sentimentos, foi uma falha porque acredito que criou uma expectativa para todos espectadores que obviamente não foi cumprida, entretanto quebrar as expectativas também foi interessante e desperta outras reflexões sobre os sacrifícios da vida do indivíduo para servir a um princípio de seu tempo na crença que numa outra vida será diferente, valerá a pena deixar tudo para um depois? Talvez tenha existido esse intuito ou por questões morais e culturais não permitiram que a personagem tivesse desenvolvido outro fim... Talvez.
Mesmo assim, pela arte, pela história, fotografia, cenário, essa série é apaixonante e os atores são incríveis e vale muito a pena ver. Eu veria tudo de novo.
meu deus como eu odeio
o marido da saimdang
A série foi uma grata surpresa pra mim. Maravilhosa! Ansiava para ver o próximo episódio.
A ambientação, as estórias entrelaçadas, a vida em Joseon no século XVI, as pinturas, a confecção do papel, o romance, tudo muito interessante. Não era nada fácil viver naquele reino e um rei ambíguo como aquele, realmente, dificultava tudo exponencialmente.
A parte do passado é muito mais legal de ver, me prendeu imensamente. Sofri, chorei, vivi as dores e alegrias daquele casal que se amou de corpo e alma.
Só tenho uma ressalva:
já que é inspirada na personagem Saimdang, uma ficção, poderiam ter deixado ela e o Lorde Uiseong serem finalmente felizes juntos, como casal. Achei dispensável toda a estória dela com o marido (que no começo da estória é bem frio e até um pouco grosseiro com ela). Detestei ver a submissão dela ao marido, à sogra, ao chefe, enfim, uma opressão muito grande. Achei forçado dar um final feliz para ela e o marido. Pra mim, teria sido uma experiência mais prazerosa se ela fosse solteira e focasse a séria na busca dela em provar que a pintura era falsa. E daí juntar o casal, que merecia viver esse amor.
Mas, isso é pessoal, eu sei, não compromete a experiência em assistir essa série linda.
Fiquei com dúvida como a pintura do Monte Kimgang foi parar atrás da foto pintada da Saimdang, alguém me explica?
Porque a Saimdang queimou ela no monte, mas o Lorde Uiseon salvou metade, mas ele se entregou para morrer, ficou preso, onde teria guardado ou quem guardou e entregou pra ele quando ele foi embora? Achei que deveria especificar mais isso aí. Sou muito detalhista? kkk
Essa série despertou meu interesse pelos dramas sul coreanos, portanto tem um lugar muito especial para mim, fui captada pela fotografia e pela beleza da série. As cenas com a manipulação dos pigmentos e processo criativo em artes são realmente de uma beleza arrebatadora, para quem se interessa por aquarela como eu terá uma experiência de apreciação, de investigação e de curiosidade, os pincéis, os materiais, os cenários e o figurino é muito bonito.
É bonito ver que a arte permeia os dois períodos da série de uma maneira muito poética, a investigação de Saimdaing para a natureza e posterior no futuro suas obras e de Lee Gyom em espaços museológicos pela Seo Ji-Yoon, o trabalho da conservação e investigação das obras de arte, é belíssimo e revela uma perspectiva do transcendental na arte.
Ver que a série se baseia também em fatos reais da Saimdaing e reconhecer os passos que naquele período ela como mulher alcançou é muito empolgante.
O romance é trágico e profundamente melancólico, reforça as características da personagem com seus princípios acima de seus anseios e desejos, um grande conflito para ambos devidos as questões da época. A arte na disputa do poder, a arte como política através do poema polêmico e do retrato do rei perturbado é muito bem trabalhado, amei as cenas da fabricação do papel é incrível.
A única coisa que me incomodou foi Seo Ji-Yoon no futuro/presente, embora ela tenha essa postura forte e ao mesmo tempo a passividade de Saimdang, achei ela tolerante demais com as violências cotidianas que se apresentaram na série.
Eu esperava um desfecho diferente para Seo Ji-Yoon, ou seja para Saimdang em sua vida futura com Lee Gyom, me senti péssima de achar muito ruim o retorno seu marido, mas acho q ela poderia ter finalizado o casamento mesmo assim e dar uma oportunidade para seus reais sentimentos, foi uma falha porque acredito que criou uma expectativa para todos espectadores que obviamente não foi cumprida, entretanto quebrar as expectativas também foi interessante e desperta outras reflexões sobre os sacrifícios da vida do indivíduo para servir a um princípio de seu tempo na crença que numa outra vida será diferente, valerá a pena deixar tudo para um depois? Talvez tenha existido esse intuito ou por questões morais e culturais não permitiram que a personagem tivesse desenvolvido outro fim... Talvez.
Mesmo assim, pela arte, pela história, fotografia, cenário, essa série é apaixonante e os atores são incríveis e vale muito a pena ver. Eu veria tudo de novo.
Recomendo. Ótimo Elenco. Destaco Song Seung Yeon. Fotografia e enredo primorosos.