Últimas opiniões enviadas
A série é bem interessante, mas já começo dizendo que só segui em frente por ter lido os comentários antes e a grande maioria elogiava muito. Por que o começo é bem lento e arrastado, parece que nada vai acontecer. No entanto, esse começo é muito necessário para entendermos os personagens e as vidas que viviam.
A vida é imperfeita e às vezes não conseguimos mesmo mudar a situação em que estamos/vivemos/sentimos. É sobre isso.
O desenrolar continua lento, mas a experiência é gratificante. Gostei de ter assistido. Alguns finais gostei mais que outros, entendo que a finalidade foi continuar tão realista quanto a série toda foi. Nem sempre dá para ter o fianl que desejamos.
A estória do monge e da Jung Hee foi desnecessária. 20 anos e não seguiu em frente!? Fiquei com pena dela.
A atriz e o Park Gi Hoon foi bem legal (tem gente que emperra nossa vida mesmo). Gostei de acompanhá-los.
Agora o Park Dong Hoon, meu Deus! Era muito irritante. Sinceramente, consigo entender um pouco as motivações da esposa dele. Quem consegue viver com alguém que não se comunica, não se abre, não se expõe? Mesmo que a intenção seja boa, não dá.
Todos aprenderam, todos cresceram, todos mudaram.
Ambiente de trabalho bastante difícil aquele, hem!
A série é pequena e isso é um ponto positivo. As coisas acontecem de maneira direta e num ritmo que te deixa atento o tempo todo. No entanto os personagens são tão sem graça que fica difícil se envolver com eles e com suas motivações (até pq tudo só é explicado no último episódio). Parece que as ações dos personagens não se encaixam em suas vidas, abastadas e cheias de possibilidades.
Só gostei da estória do Daco e pude compreender um pouco as razãoes que levaram Ostertag a se transformar na pessoa que virou.
Quanto à Nora, detestei a personagem.
Na boa, ela viveria para sempre na mentira e isso é horrível. Guillaume merecia, a partir dali, viver uma experiência de amor do zero, mais a ver com ele. Não gostei do fato dela ter se aproximado dele sabendo muito sobre ele e ele ter sido enganado dessa maneira.
É assistível, mas nada marcante.
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Maravilhoso! Começei a assitir despretensiosamente, mas adorei ter me dado a chance.
A jornada da Alex é inspiradora em muitos aspectos. Embora eu nunca tenha vivido as situações que ela teve que enfrentar, sei que muitas mulheres devem ter se visto nela. Caindo e levantando, ela foi em frente. Sem apoio da família, da melhor amiga, do "marido", o estímulo para mudanças positivas veio sempre de fora: Regina, a amiga improvável; Denise, a senhora do abrigo que já passou por violência doméstica; Nate, etc.
Só não gostei
de terem feito o Nate dizer aquelas grosserias para a Alex na última cena deles. Logo ele, tão gentil. Para mostrar que Alex precisava passar por aquela fase sozinha, o que eu concordo plenamente (ela precisava de sua auto descoberta) não era necessário fazer do Nate, o único homem que estava ao lado dela, tornar-se um grosso ao saber da recaída amorosa da Alex.
Por falar em masculinidade, aquele pai hem! Foi quem mais me deu raiva, sinceramente.
Gostei bastante do enfoque ter sido em violência psicológica, o que é muito menosprezado, mas acarreta consequências terríveis na vida das pessoas. Por ter se tornado tão frágil, Alex tomou umas decisões que me deu raiva dela no momento, mas aí me lembrava do quanto deve ser difícil se livrar de uma situação em que sua mente não vê saída. Despertar é muito difícil, mas amadurece.