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Data de lançamento
27 Julho 2012Duração
Nos anos 1970, Sixto Rodriguez foi um cantor de folk que tentou a sorte na cidade de Detroit, lançando dois discos que não fizeram sucesso. Mais conhecido como Rodriguez, sua trajetória musical teve continuidade na África do Sul, onde se tornou um ícone da música pop local e inspiração para as gerações seguintes. Entretanto, Rodriguez simplesmente havia desaparecido. Rumores indicavam que ele tinha se suicidado, mas não havia qualquer confirmação. Até que, nos anos 1990, um grupo de fãs resolveu tirar a história a limpo e desvendar a verdade por trás do paradeiro do cantor.
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Penso que o maior ponto de Sugar Man é exatamente pincelar como arte se propaga de maneira não convencional quando uma mensagem pode afetar ninguém ou uma nação como um todo . Faltou o contexto ou explicação ao menos do porque mesmo pós apartheid seus shows foram lotados exclusivamente por brancos.
Crime isso ser pouco conhecido,tanto o projeto,quanto o artista.A edição aqui melhora bastante o andamento.
>Assistido em 29 de Agosto de 2024
Como eu não conhecia a história do artista retratado, fui surpreendido com um tremendo plot twist, coisa pouco comum em documentários. E como é bom conhecer a história de um sujeito que, além de ser um talentosíssimo artista, também prima pelo caráter, num meio conhecido pelos excessos e egos inflados. Excelente documentário musical, montado de forma inteligente e com bela fotografia. Vale a pena ser conhecido, assim como os álbuns de Rodriguez.
Ufa, ainda bem que essa história não acabou virando algo digno de um doc da Netflix 💀
Ate uma parte do documentário, pensei que era mais um de artista fake ,criado só para fingir um falso documentário...para minha surpresa ir descobrindo a existência desse cara, a construção da obra se prende nos mistérios sobre o artista, as lendas, tentando reconstruir seus passos nos anos 70, dando poucas cutucadas no processo de seu esquecimento.
Mas ao meu ver foi um talento folk, na linha do dylan, abafado pelas suas origens etnicas, o velho diabo chamado preconceito, como um mexicano canta nossa cultura em forma de poesia e dor, que ousadia, ao mesmo tempo que alguém ganhou esse dinheiro de vendas de álbuns no EUA, que vinha da Africa, porem Rodriguez era um artista de alma, daqueles que estão raros, que vivem sua arte e a arte do mundo, e não meramente o estatus e dinheiro.
Um filme muito interessante sobre um cara que poderia ter sido extremamente grande, mas uma serie consecutiva de fatores o fez ser um ilustre desconhecido.