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A ideia, vinda de um conto do Stephen King, é bemmais interessante que o filme, de produção meia boca, atuações canastronas e diálogos e frases de efeito vergonhosos. Pouco tempo depois, Arnold se tornaria um super astro em definitivo, com filmes como O Vingador do Futuro , Exterminador do Futuro 2 e True Lies.
Terror com ótimo atmosfera, com elementos do conto clássico de Poe, O Gato Preto ( não tenham receio de spoiler aqui, é uma situação que acontece já nos primeiros minutos), e um estilo de filmar que lembra os filmes do Oz Perkins. É um filme esquisito, sim, algumas motivações não ficam claras. O elenco reduzido segura as pontas e o coelho de brinquedo e uma morta (viva?) roubam a cena sempre que aparecem.
O filme foge um pouco do padrão brasileiro, com uma pegada mais policial, embora haja drama familiar e de pessoas LGGBTQI+. O filme flui bem quase o tempo todo, mas o roteiro poderia ser melhor desenvolvido, certos momentos são abruptos e o final, embora faça sentido, do jeito que foi feito fica a impressão de que há um furo de lógica, o que não ocorre se você prestar atenção no personagem e sua motivação. A captação de som dos diálogos é bem ruim, um mal recorrente no cinema nacional. Há atuações muito boas, a começar pela sempre expressiva Claudia Abreu. Já Vera Holtz sofre com uma personagem um tanto caricata. No geral, um bom filme.