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Filme meio-irmão de A Substância que, por sua vez, é descendente do chinês Escravas da Vaidade, de 2004. Assim como seus precedentes, A Meia-Irmã Feia trata de forma visceral a busca pela beleza (sempre para atender a padrões...), com direito a crueldade, aflição, sexo e cenas nojentas. Embora seja difícil ter empatia por algum personagem - a maioria gananciosa, lasciva e cruel -, as atuações do elenco se incumbem de manter o interesse até o final. Creio que só simpatizei com uma personagem, que se destaca pela sua demonstração de solidariedade mais ao final. Os cenários, vestuário e os efeitos de maquiagem são muito bem feitos e contribuem positivamente para o resultado, embora o filme não seja para todos os gostos. Tem uma rápida cena de humor macabro pós-créditos.
Parece que uma parte, ao menos, de Hollywood está alimentando um ódio crescente contra o militarismo de seu país. Depois de Guerra Civil e Uma Batalha Após a Outra, vejo que A Longa Marcha desperta os mesmos sentimentos. Mérito do bom elenco, que cria empatia pelos jovens vítimas de um insano jogo inventado por um governo pós apocalíptico (ainda mais) militarizado e fascista, aqui materializado na figura implacável do major interpretado por Mark Hamill sem muita originalidade mas com competência. Como a história em si é um fiapo - uma longa marcha onde os rapazes que não aguenta mais vão sendo eliminados sem piedade -, o forte do roteiro fica sendo as relações criadas entre os garotos e a crítica ao poder sem limites de quem está no governo.
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Bons filmes!
Equipe Filmow
História com poucas novidades (talvez o uso de uma arma com tecnologia de ponta, para a época), mas dirigida com competência. Vale a curiosidade de ver Van Damme e Adkins contracenando, num estilo bem comum nos filmes de John Woo. Vale também o aviso de que a violência é um pouco além da média do gênero.