Ivonete
(🇧🇷 BRA)
Usuária desde Agosto de 2010
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios

Últimas opiniões enviadas

Ivonete
½
6 dias atrás

Assisti em virtude do título em português, que nada tem a ver com o original "Crack up" que significa surto psicótico ou colapso mental. Grande parte da narrativa se passa no tal museu, daí o título, mas não tem nada de horror.

Imaginava que fosse um daqueles filmes que se inspiraram no clássico "Museu de Cera", mas na verdade o enredo é sobre um especialista em obras de arte que tem um surto psicótico como no título original.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Depois descobrimos que era só uma trama montada para que ele acreditasse estar enlouquecendo e impedir que identificasse que vários quadros eram falsos.

Talvez a explicação para o título enganoso seja essa, sugerir que seja algo na linha do terror para atrair o público, porque é uma trama bem monótona, confusa e com elenco desconhecido.

editado
Ivonete
2 semanas atrás

SPOILERS ABAIXO

Como toda série nórdica, foca mais no drama pessoal de seus personagens, do que propriamente na investigação policial, não que esta seja esquecida, mas a vida particular de Harry Hole (Tobias Santelmann em ótima atuação) ganha bastante tempo de tela.

Depressivo, amargurado e alcóolatra, Harry se sente culpado pela morte de seu parceiro em um acidente em que estava ao volante e tinha bebido. Depois tem que encarar a morte da parceira assassinada pelo policial corrupto Tom Waaler (Joel Kinamann).

O enredo mistura assassinatos cometidos por um serial killer com contrabando de armas, o que acaba sendo um tanto confuso. A revelação do assassino não chega a ser surpreendente mas também não parece ter tanta importância, já que o foco maior e também seu maior atrativo, fica sendo mesmo o embate entre Harry e Tom, que culmina em uma sequência bastante violenta.

Mantém a qualidade de atuação e de narrativa da maioria das séries vindas destes países gelados e curiosamente, suas tramas parecem acompanhar o clima frio, quase sempre são melancólicas, com personagens mergulhados em dramas existenciais e sofrimento mental.

editado
Ivonete
½
2 semanas atrás

SPOILERS ABAIXO

O documentário mostra como a investigação de um aparente caso de acidente automobilístico pode evoluir para um homicídio.

O espectador não tem como fugir do que a narrativa propositalmente o leva, ou seja, a condenar Mackenzie Shirilla, a adolescente que estava ao volante de um carro que bateu violentamente contra a parede de um prédio e causou a morte de seu namorado Dominic Russo e de seu amigo Davion Flanagan.

Tudo na narrativa é feito para evidenciar a intenção de Mackenzie, que ela realmente premeditou o assassinato do namorado, não se importando com danos colaterais, a morte do amigo Davion.

Dominic e Davion são apresentados como jovens gentis, preocupados com a família enquanto Mackenzie é mostrada como uma jovem fútil, agressiva e que mantinha uma relação tóxica com o namorado.

Não que isso não seja verdade, tudo leva a crer que a garota realmente quis matar o namorado e poderia ter morrido no acidente, nada desmente que era uma jovem egoísta e mimada pelos pais, que estranhamente concordam em participar de um documentário que apresenta a filha como culpada pela morte de duas pessoas.

Apresenta os depoimentos dos pais de Mackenzie, Dominic e Davion, além da investigadora e do promotor, ou seja todos os principais envolvidos na tragédia. O direcionamento na aparente culpabilidade de Mackenzie, é porque talvez ela seja mesmo culpada!

A obsessão por redes sociais, exposição excessiva da vida particular, consumo de drogas, tudo é abordado em uma narrativa ágil, sem enrolação. Termina com a condenação da garota e nós respiramos aliviados com a certeza de que a justiça foi feita.

  • Ivonete 3 meses atrás

    Obrigada, enviei

  • Pedro Machado 3 meses atrás

    oi Ivonete pode me convidar q aceito sim rs...

  • Jordison 6 meses atrás

    Dica de serie de TV que é Fantástico: HOMELAND (2011-2020). Assista que você vai viciar.

    Está em exibição na Netflix