Últimas opiniões enviadas
O filme até acrescenta alguma informação à mitologia do personagem mas é muito pouco pra justificar essa continuação que segue exatamente a mesma fórmula dos primeiros filmes. O pretexto para o Bourne voltar só pra tentar descobrir verdades ocultas sobre o pai, também não convence e parece forçado.
Na parte de ação o filme mantêm a tradição com cenas de lutas e perseguições impressionantes como a sequência final em Las Vegas. Por outro lado abusam da boa vontade do espectador em situações que beiram o absurdo e parecem mais ficção científica, como a cena onde a CIA descobre o vazamento de dados e conseguem rastrear Bourne e apagar os arquivos remotamente enquanto ele usa um pendrive em um computador. Pode ser até divertido mas não tem lógica nenhuma.
A trilogia já tinha sido muito bem encerrada com o "Ultimato Bourne" e não precisava de mais uma "continuação caça níqueis" (como o anterior "O Legado Bourne") que no fim acaba servindo mais como um "fã service" do que algo realmente útil pra franquia. De qualquer forma o filme server como passatempo e rever o Bourne em ação depois de tanto tempo traz uma certa nostalgia que faz o filme valer a pena.
Curiosidades: A sequência de perseguição de carros em Las Vegas levou cinco semanas para ser filmada e, no final, a sequência destruiu 170 carros.
Matt Damon diz 288 palavras — ou 45 linhas — em todo o filme, de acordo com a Vanity Fair ele teria recebido cerca de 1 milhão de dólares por cada linha de diálogo.
Legal ver que o episódio brasileiro teve algumas cenas iniciais gravadas na minha cidade natal de Barbacena. Mesmo que tenham sido bem rápidas foi nostálgico rever imagens de mais de 30 anos atrás da igreja matriz, praça do globo e da estação ferroviária da cidade. Aparentemente os atores só gravaram cenas rápidas na estação, mostrando a personagem da Claudia Ohana indo viajar para o Rio e se despedindo de parentes. Não dá pra identificar direito onde foram gravadas as outras cenas em Minas, mas provavelmente deve ser Juiz de Fora pela lógica da viagem rumo ao Rio de Janeiro.
Durante a viagem tem um diálogo que diz que uma passageira tinha o hábito de tirar a roupa em público e que envergonhava a família rica. Talvez isso tenha sido uma referência feita pela diretora sobre o passado polêmico de Barbacena. No passado a cidade era famosa pelo seu hospício que recebia esses tipos de pacientes considerados indesejáveis pelas famílias e que eram internados contra a vontade.
Sobre o episódio, conta a história de uma professora ingênua do interior que está indo para os EUA após ganhar uma bolsa de estudos. Durante a viagem de trem ela sofre uma tentativa de estupro, sendo salva por um fotógrafo com quem tem várias experiências sexuais na sequência. A proposta do episódio parece ser mostrar a mudança de personalidade da professora depois dela descobrir mais sobre sua sexualidade com o fotógrafo. Assim ela abandona o estilo recatado e assume um lado mais liberal e cheio de fantasias eróticas, incluindo ser tratada como prostituta...
Não é uma produção muito refinada, a história não tem tanto desenvolvimento e nem uma conclusão que surpreenda, mas vale pela curiosidade e pelas cenas de sexo entre a Cláudia e o Guilherme Leme que são mais explícitas do que se esperava.
Últimos recados
Olá, te adicionei como amigo porque gosto de ler comentários inteligentes. Como vi que você foi o único que teve a mesma percepção que eu sobre a serie "Assassino da Times Square", mas depois vi que você não curte ter amigos e o único que tem é o Vagnerfoxx, um dos meus melhores amigos do Filmow e com quem mais converso.
É uma pena, já retirei o convite.
Abraço!
Oi, tudo bem? Vi que você assistiu ao filme "O Fantasma de Frankenstein" e como eu tenho buscado assistir aos filmes dele na ordem de lançamento, queria saber se poderia me dar uma luz na ordem de quais assistir. Até agora, eu vi a versão de 1931 e a de 1935 (da noiva), então tem mais filmes antes de "O Fantasma de Frankenstein"?
Desde já, agradeço!
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Esta é uma das comédias mais lembradas do Steve Martin e marcou a infância de muita gente pela quantidade de vezes que foi reprisada na TV. O filme foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 190 milhões de dólares mundialmente e ganhou uma sequência em 2005.
A premissa dos 12 filhos convivendo caoticametne é ideal pra qualquer comédia e o Steve Martin conseguiu retratar bem o desespero de um pai naquela situação insana, se desdobrando pra equilibrar vida profissional com pessoal e abrindo mão dos seus sonhos para o bem da família.
Um dos problemas do filme é que o elenco é grande demais e nem todos personagens da família tem o mesmo destaque, então fica uma sensação de bagunça generalizada com várias subtramas acontecendo ao mesmo tempo. Talvez a intenção da produção tenha sido mesmo ressaltar esse caos familiar no filme, mas chega um ponto que fica difícil acompanhar o que está rolando.
As cenas mais lembradas são a do lustre despencando com o Tom Baker, o Hank com a cueca cheirando carne sendo atacado pelo cachorro e o funeral do sapo. No fim essa mistura de comédia pastelão com momentos de drama familiar leve funciona bem e dá o toque emocional que o filme precisava.
Curiosidades: O filme foi baseado na história real da família Gilbreth que no início do século XX teve que lidar com a experiência dos 12 filhos e foi relatada em um livro escrito por deles.
Antes da versão de Steve Martin em 2003, Hollywood já havia adaptado essa biografia em um filme clássico lançado em 1950 (também chamado Cheaper by the Dozen). Essa versão antiga é muito mais fiel ao livro real, mostrando a família na década de 1920 com seus costumes de época e o foco nos métodos criados pelo pai para controlar o caos.
Ashton Kutcher estava no auge de sua fama na época e aceitou o papel, mas pediu para não ter seu nome incluído nos créditos principais do filme nem nos pôsteres de divulgação. Ele queria que sua aparição funcionasse como uma surpresa divertida para o público nos cinemas.