Doze é Demais

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Doze é Demais (2003)
Cheaper by the Dozen
Média do filme: 3.1 de 5 — baseado em 33168 votos
MÉDIAFILMOW
3.1
33168 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Shawn Levy
Data de lançamento 25 Dez. 2003 Outras datas
Duração 98 min (1h38)
Classificação indicativa de Doze é Demais: L - Livre para todos os públicos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

25 Dez. 2003

Duração

98 minutos Classificação indicativa de Doze é Demais: L - Livre para todos os públicos
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Sinopse

Tom (Steve Martin) e Kate Baker (Bonnie Hunt) se conheceram na universidade. Ele sonhava em ser técnico de futebol americano e ela queria ser repórter esportiva, mas ambos tinham uma rara coisa em comum: queriam ter 8 filhos. Após casarem os filhos começaram a vir, mas enquanto a família crescia eles se afastavam das suas metas profissionais. Quando iam ter o 8º filho a natureza lhes pregou uma peça, dando gêmeos para Tom e Kate. Após uma festa na qual beberam demais, se descuidaram e veio o 10º filho. Então Tom fez uma vasectomia, mas não prestou atenção no aviso do médico, dizendo que ele ainda seria fértil por alguns meses. O resultado disto foram gêmeos novamente. Nesta altura os Baker já tinham aprendido a conviver com o caos, mas quando Tom recebe uma proposta irrecusável para dirigir os Stallions, um time da 1ª divisão, isto afeta seus filhos, pois a vida deles seria alterada. Para tumultuar mais as coisas um livro escrito por Kate seria publicado, mas isto implicaria em ela ir até Nova York por dois dias. Tom diz que não tem problema, pois cuidaria de tudo, mas a situação era mais complicada, pois em Nova York Kate fica sabendo que terá de ficar 15 dias fora de casa para promover o livro e que, se não concordasse, ele não seria editado. Tom diz que não tem problemas, mas na verdade tinha de sobra, pois dirigia dois times ao mesmo tempo e um deles era a sua família.

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Comentários 1
amigos querem ver
andrezanarella
André Zanarella
1 semana atrás

18.09.2009

holinda_dl
holinda_dl
1 mês atrás

Um dos melhores da infância

jacksparrowdoagreste
Jack Sparrow do Agreste
½
4 meses atrás

Gosto bastante dessa franquia, uma pena que só fizeram dois filmes. Bom elenco, história legal, Steve Martin e Bonnie Hunt fantásticos, e até o Ashton Kutcher está bem no pequeno papel. Ótimo divertimento para a família
27/05/2026

_pedromachado_
Pedro Machado
½
4 meses atrás

Esta é uma das comédias mais lembradas do Steve Martin e marcou a infância de muita gente pela quantidade de vezes que foi reprisada na TV. O filme foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 190 milhões de dólares mundialmente e ganhou uma sequência em 2005.

A premissa dos 12 filhos convivendo caoticametne é ideal pra qualquer comédia e o Steve Martin conseguiu retratar bem o desespero de um pai naquela situação insana, se desdobrando pra equilibrar vida profissional com pessoal e abrindo mão dos seus sonhos para o bem da família.

Um dos problemas do filme é que o elenco é grande demais e nem todos personagens da família tem o mesmo destaque, então fica uma sensação de bagunça generalizada com várias subtramas acontecendo ao mesmo tempo. Talvez a intenção da produção tenha sido mesmo ressaltar esse caos familiar no filme, mas chega um ponto que fica difícil acompanhar o que está rolando.

As cenas mais lembradas são a do lustre despencando com o Tom Baker, o Hank com a cueca cheirando carne sendo atacado pelo cachorro e o funeral do sapo. No fim essa mistura de comédia pastelão com momentos de drama familiar leve funciona bem e dá o toque emocional que o filme precisava.

Curiosidades: O filme foi baseado na história real da família Gilbreth que no início do século XX teve que lidar com a experiência dos 12 filhos e foi relatada em um livro escrito por deles.

Antes da versão de Steve Martin em 2003, Hollywood já havia adaptado essa biografia em um filme clássico lançado em 1950 (também chamado Cheaper by the Dozen). Essa versão antiga é muito mais fiel ao livro real, mostrando a família na década de 1920 com seus costumes de época e o foco nos métodos criados pelo pai para controlar o caos.

Ashton Kutcher estava no auge de sua fama na época e aceitou o papel, mas pediu para não ter seu nome incluído nos créditos principais do filme nem nos pôsteres de divulgação. Ele queria que sua aparição funcionasse como uma surpresa divertida para o público nos cinemas.

gilbertoabreu754
Luan
4 meses atrás

CHEAPER BY THE DOZEN
Direção: Shawn Levy
Ano: 2003
Assistido em: 17/05/2026

Assisti a esse filme pela primeira vez em meados dos anos 2000, provavelmente em um domingo à tarde na TV Globo. E, sendo adolescente, eu não tinha muita bagagem ou conhecimento para discernir o que era um filme realmente bom de algo apenas mediano. Entretanto, quando decidi reassistir a Doze é Demais, fui de coração aberto, decidido a gostar da mesma forma que gostei no passado. Só que o amadurecimento faz a gente enxergar o mundo por outras perspectivas.

Tom e Kate Baker vivem tentando equilibrar a rotina caótica de criar doze filhos extremamente diferentes entre si. Quando uma grande oportunidade profissional surge para os dois ao mesmo tempo, a família inteira acaba mergulhando em uma sequência interminável de confusões, rivalidades e desastres domésticos. Enquanto tentam manter a união da casa, os pais precisam lidar com as dificuldades da convivência, os problemas da adolescência e os desafios de administrar uma família enorme sem deixar que o amor entre todos se perca no caos diário.

Honestamente, eu sei que este filme é um remake de um clássico da década de 1950, que por sua vez é uma adaptação de um livro levemente inspirado em uma história real. Obviamente existem extrapolações intencionais, porque o cinema precisa entreter o público acima de qualquer coisa. Mas infelizmente essa versão de 2003, apesar de ainda ter um lugarzinho especial na minha memória afetiva, não funcionou comigo dessa vez. Eu consegui esboçar alguns sorrisos discretos aqui e ali, mas gargalhar ou realmente achar graça foi algo que simplesmente não aconteceu.

O mais impressionante para mim nem foi o fato de o casal precisar dar conta de doze crianças — o que já seria um pesadelo para qualquer adulto funcional. O mais surpreendente é perceber como praticamente todos esses filhos conseguem ser completamente insuportáveis. Com exceção da mais velha, não existe um minimamente tolerável. Quando eu era criança/adolescente, tinha horror ao personagem do Ashton Kutcher, mas hoje em dia eu consigo entendê-lo. Não concordo totalmente com seu comportamento, mas entendo-o. São vários monstrinhos fazendo barbaridades o tempo inteiro enquanto os pais simplesmente passam a mão na cabeça.

Entendo que o modelo de criação norte-americano é diferente do nosso no Brasil, mas é impossível não pensar que, em terras tupiniquins, essa história dificilmente aconteceria da mesma forma, porque essas crianças certamente não teriam o mesmo comportamento.

Eu sei que tudo isso pode soar como papo de adulto chato, mas infelizmente, quando você ultrapassa certa idade, fica impossível não analisar as coisas com um olhar mais crítico. Reassistir a esse filme tantos anos depois me deixou com a impressão de que praticamente todos os personagens são insuportáveis e de que muitos dos problemas daquela família seriam evitados se existissem mais limites dentro daquela casa. Ainda assim, creio que esse seja exatamente o tipo de produção que te conquista de uma maneira na juventude e ganha um significado completamente diferente na vida adulta. Afinal, as pessoas mudam, amadurecem e passam a enxergar determinadas situações sob novas perspectivas. E, sinceramente, isso é absolutamente normal.

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Elenco de Doze é Demais

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(Tom Baker)
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