Luan
33 years

Usuário desde Janeiro de 2014
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios

Últimas opiniões enviadas

  • Luan
    1 dia atrás

    MONSTER-IN-LAW
    Direção: Robert Luketic
    Ano: 2005
    Assistido em: 17/05/2026

    Eu lembro que, no final da década de 2000, o SBT repetia esse filme em várias ocasiões, mas eu nunca tive a oportunidade de assistir. Ainda assim, eu ficava interessado, afinal uma comédia que coloca uma nora contra a sogra é um tropo bastante comum no humor e, se bem executado, pode render grandes gargalhadas. Entretanto, eu nunca tinha parado para assistir até que, zapeando pela HBOMax, encontrei o filme e decidi finalmente dar uma chance. Só não imaginava que fosse me arrepender amargamente disso.

    Charlotte finalmente acredita ter encontrado o homem perfeito ao ficar noiva de Kevin, mas tudo muda quando conhece Viola, a mãe dele. Incapaz de aceitar a ideia de perder o controle sobre o filho, Viola transforma a vida da futura nora em um verdadeiro pesadelo, usando manipulações, humilhações e armadilhas para destruir o relacionamento. Enquanto Kevin tenta equilibrar a situação, Charlotte se vê presa em uma disputa cada vez mais absurda e agressiva.

    O mínimo que uma comédia precisa fazer é ser engraçada. Ela não precisa necessariamente ser hilária a ponto de arrancar lágrimas de tanto rir, mas ao menos alguns sorrisos discretos deveriam surgir naturalmente. Quando você passa uma hora e quarenta minutos sem sequer esboçar a menor reação, é porque existe um problema muito sério. E foi exatamente isso que aconteceu comigo aqui. Os personagens são tão ruins e irritantes que simplesmente se torna impossível se divertir com qualquer coisa que acontece.

    Lendo algumas curiosidades no IMDb, descobri que esse foi o primeiro filme de Jane Fonda em quinze anos e que ela aceitou participar mesmo sabendo que o roteiro era ruim. E sinceramente, se ela própria reconhecia isso, por que eu fingiria o contrário? Porque este filme é de uma chatice impressionante. Nada do que acontece na história desperta interesse, e todos os planos elaborados por Viola para prejudicar Charlotte são bobos, sem graça e extremamente infantis. A impressão que tive é que essas situações foram escritas por crianças de dez anos de tão pouco refinadas que são.

    A direção de Robert Luketic é completamente insípida. Até dou um desconto por ser um dos primeiros trabalhos dele, já que no futuro conseguiria entregar produções mais interessantes, mas aqui tudo parece artificial e sem personalidade. Sobre o elenco, a única observação que consigo fazer é que Jane Fonda é atriz demais para um material tão fraco, e sinceramente, esperar quinze anos para retornar ao cinema com um projeto desses chega a ser deprimente. Jennifer Lopez entrega exatamente o que o roteiro pede dela, e Michael Vartan também não compromete completamente, mas nada aqui funciona de verdade.

    Esse é facilmente um dos piores filmes que assisti neste ano. E eu sei que a recepção dele lá em 2005 já tinha sido bastante negativa, mas nunca é demais reforçar: ficou ruim mesmo. Passei mais de vinte anos curioso para descobrir como seria essa joça, e a única conclusão a que chego é que teria sido muito melhor continuar sem matar essa curiosidade. Simplesmente horripilante.

  • Luan
    1 dia atrás

    CHEAPER BY THE DOZEN
    Direção: Shawn Levy
    Ano: 2003
    Assistido em: 17/05/2026

    Assisti a esse filme pela primeira vez em meados dos anos 2000, provavelmente em um domingo à tarde na TV Globo. E, sendo adolescente, eu não tinha muita bagagem ou conhecimento para discernir o que era um filme realmente bom de algo apenas mediano. Entretanto, quando decidi reassistir a Doze é Demais, fui de coração aberto, decidido a gostar da mesma forma que gostei no passado. Só que o amadurecimento faz a gente enxergar o mundo por outras perspectivas.

    Tom e Kate Baker vivem tentando equilibrar a rotina caótica de criar doze filhos extremamente diferentes entre si. Quando uma grande oportunidade profissional surge para os dois ao mesmo tempo, a família inteira acaba mergulhando em uma sequência interminável de confusões, rivalidades e desastres domésticos. Enquanto tentam manter a união da casa, os pais precisam lidar com as dificuldades da convivência, os problemas da adolescência e os desafios de administrar uma família enorme sem deixar que o amor entre todos se perca no caos diário.

    Honestamente, eu sei que este filme é um remake de um clássico da década de 1950, que por sua vez é uma adaptação de um livro levemente inspirado em uma história real. Obviamente existem extrapolações intencionais, porque o cinema precisa entreter o público acima de qualquer coisa. Mas infelizmente essa versão de 2003, apesar de ainda ter um lugarzinho especial na minha memória afetiva, não funcionou comigo dessa vez. Eu consegui esboçar alguns sorrisos discretos aqui e ali, mas gargalhar ou realmente achar graça foi algo que simplesmente não aconteceu.

    O mais impressionante para mim nem foi o fato de o casal precisar dar conta de doze crianças — o que já seria um pesadelo para qualquer adulto funcional. O mais surpreendente é perceber como praticamente todos esses filhos conseguem ser completamente insuportáveis. Com exceção da mais velha, não existe um minimamente tolerável. Quando eu era criança/adolescente, tinha horror ao personagem do Ashton Kutcher, mas hoje em dia eu consigo entendê-lo. Não concordo totalmente com seu comportamento, mas entendo-o. São vários monstrinhos fazendo barbaridades o tempo inteiro enquanto os pais simplesmente passam a mão na cabeça.

    Entendo que o modelo de criação norte-americano é diferente do nosso no Brasil, mas é impossível não pensar que, em terras tupiniquins, essa história dificilmente aconteceria da mesma forma, porque essas crianças certamente não teriam o mesmo comportamento.

    Eu sei que tudo isso pode soar como papo de adulto chato, mas infelizmente, quando você ultrapassa certa idade, fica impossível não analisar as coisas com um olhar mais crítico. Reassistir a esse filme tantos anos depois me deixou com a impressão de que praticamente todos os personagens são insuportáveis e de que muitos dos problemas daquela família seriam evitados se existissem mais limites dentro daquela casa. Ainda assim, creio que esse seja exatamente o tipo de produção que te conquista de uma maneira na juventude e ganha um significado completamente diferente na vida adulta. Afinal, as pessoas mudam, amadurecem e passam a enxergar determinadas situações sob novas perspectivas. E, sinceramente, isso é absolutamente normal.

  • Luan
    1 dia atrás

    FACES OF DEATH
    Direção: Daniel Goldhaber
    Ano: 2026
    Assistido em: 16/05/2026

    Nos anos 2000, tivemos uma verdadeira onda de remakes e reboots de clássicos do terror. Faces of Death nunca foi exatamente um grande clássico do gênero, mas sempre esteve naquela lista dos filmes mais peculiares. Quando anunciaram esse "remake", eu não estava nem um pouco interessado, mas confesso que as boas críticas me fizeram ir atrás dele. E acontece aquele velho problema: quando você cria expectativa demais e ela não é atingida, a decepção acaba sendo muito maior.

    Margot trabalha moderando vídeos violentos para uma plataforma, removendo conteúdos perturbadores diariamente. Sua rotina muda quando ela encontra gravações extremamente realistas que parecem recriar mortes famosas do antigo Faces of Death. Conforme novos vídeos surgem, Margot passa a desconfiar que os assassinatos podem estar acontecendo de verdade. Obcecada em descobrir quem está por trás das filmagens, ela mergulha em uma investigação perigosa que a coloca diante de um assassino cruel, disposto a transformar violência real em entretenimento para a internet.

    Levando em consideração a proposta do original, creio que essa atualização foi muito bem pensada. Não temos mais vídeos avulsos e desconectados; agora tudo está ligado a uma narrativa central. O problema é que, honestamente, eu não consegui me importar muito com a trama apresentada.

    Temos uma protagonista que tenta fazer o correto e encontrar esse serial killer completamente perturbado, que, convenhamos, mata pessoas de maneiras criativas. Ainda assim, eu simplesmente não consegui me conectar com a história nem dar muita importância ao que estava acontecendo. E nem acho que seja um problema de atuação, porque Barbie Ferreira está bem no papel. A questão é que a personagem nunca convence completamente.

    Por outro lado, Dacre Montgomery entrega uma figura interessante, mas muito caricata. É uma pena que o roteiro não dê nuances suficientes para que ele consiga fugir dos estereótipos clássicos de serial killer desequilibrado.

    Honestamente, eu esperava muito mais deste longa, principalmente por causa das críticas positivas e também porque praticamente todo ano surge algum terror pouco comentado e de baixo orçamento que explode de maneira inesperada e acaba se transformando em um grande sucesso. Entretanto, essa nova versão do original dos anos 70 definitivamente não será esse filme. Dentro do contexto de 2026, essa vaga continua em aberto.

  • Jordison 1 ano atrás

    Dica de serie de TV que é Fantástico: HOMELAND (2011-2020). Assista que você vai viciar.

  • Marcos Davi Oliveira 1 ano atrás

    pq vc usa foto d eperfil do meu amigo andrew bienart?

  • Marcos Davi Oliveira 2 anos atrás

    oi. quem eh esse homem jovem no gif da sua foto do perfil?