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Data de lançamento
5 Maio 2005Duração
Na comédia romântica Até que A Sogra Nos Separe depois de anos procurando o príncipe encantado, Charlotte Charlie Cantilini finalmente encontra o homem dos seus sonhos, Kevin Fields, mas acaba descobrindo que a mãe dele, Viola, é a mulher dos seus pesadelos. Âncora do noticiário em rede nacional, Viola é despedida e teme perder o filho da mesma forma que perdeu o emprego. Ela decide, então, espantar a noiva do filho tornando-se a pior sogra do mundo. Para isso conta com a ajuda de sua assistente de longa data, Ruby, que faz de tudo para que Viola leve adiante seus planos malucos. Acontece que Charlie resolve revidar e as duas vão ter de disputar para ver quem é que manda afinal.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Bom,divertido, antigo até esqueci q já tinha visto kkk!
Um filme nada de mais
MONSTER-IN-LAW
Direção: Robert Luketic
Ano: 2005
Assistido em: 17/05/2026
Eu lembro que, no final da década de 2000, o SBT repetia esse filme em várias ocasiões, mas eu nunca tive a oportunidade de assistir. Ainda assim, eu ficava interessado, afinal uma comédia que coloca uma nora contra a sogra é um tropo bastante comum no humor e, se bem executado, pode render grandes gargalhadas. Entretanto, eu nunca tinha parado para assistir até que, zapeando pela HBOMax, encontrei o filme e decidi finalmente dar uma chance. Só não imaginava que fosse me arrepender amargamente disso.
Charlotte finalmente acredita ter encontrado o homem perfeito ao ficar noiva de Kevin, mas tudo muda quando conhece Viola, a mãe dele. Incapaz de aceitar a ideia de perder o controle sobre o filho, Viola transforma a vida da futura nora em um verdadeiro pesadelo, usando manipulações, humilhações e armadilhas para destruir o relacionamento. Enquanto Kevin tenta equilibrar a situação, Charlotte se vê presa em uma disputa cada vez mais absurda e agressiva.
O mínimo que uma comédia precisa fazer é ser engraçada. Ela não precisa necessariamente ser hilária a ponto de arrancar lágrimas de tanto rir, mas ao menos alguns sorrisos discretos deveriam surgir naturalmente. Quando você passa uma hora e quarenta minutos sem sequer esboçar a menor reação, é porque existe um problema muito sério. E foi exatamente isso que aconteceu comigo aqui. Os personagens são tão ruins e irritantes que simplesmente se torna impossível se divertir com qualquer coisa que acontece.
Lendo algumas curiosidades no IMDb, descobri que esse foi o primeiro filme de Jane Fonda em quinze anos e que ela aceitou participar mesmo sabendo que o roteiro era ruim. E sinceramente, se ela própria reconhecia isso, por que eu fingiria o contrário? Porque este filme é de uma chatice impressionante. Nada do que acontece na história desperta interesse, e todos os planos elaborados por Viola para prejudicar Charlotte são bobos, sem graça e extremamente infantis. A impressão que tive é que essas situações foram escritas por crianças de dez anos de tão pouco refinadas que são.
A direção de Robert Luketic é completamente insípida. Até dou um desconto por ser um dos primeiros trabalhos dele, já que no futuro conseguiria entregar produções mais interessantes, mas aqui tudo parece artificial e sem personalidade. Sobre o elenco, a única observação que consigo fazer é que Jane Fonda é atriz demais para um material tão fraco, e sinceramente, esperar quinze anos para retornar ao cinema com um projeto desses chega a ser deprimente. Jennifer Lopez entrega exatamente o que o roteiro pede dela, e Michael Vartan também não compromete completamente, mas nada aqui funciona de verdade.
Esse é facilmente um dos piores filmes que assisti neste ano. E eu sei que a recepção dele lá em 2005 já tinha sido bastante negativa, mas nunca é demais reforçar: ficou ruim mesmo. Passei mais de vinte anos curioso para descobrir como seria essa joça, e a única conclusão a que chego é que teria sido muito melhor continuar sem matar essa curiosidade. Simplesmente horripilante.
13.08.2005
Ok.