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Data de lançamento
28 Ago. 2026Duração
Após décadas de falhas catastróficas com os produtos ACME em sua caçada ao Papa-Léguas, Wile E. Coyote decide que é hora de buscar justiça e processar a corporação. Ao lado de um advogado azarado, Coyote trava uma batalha jurídica épica contra o impiedoso CEO da companhia. Enquanto enfrentam o sistema, a dupla desenvolve uma amizade improvável e luta para provar que a culpa de tantos desastres nunca foi do instinto, mas sim de defeitos de fabricação.
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é preciso imaginar Coyote feliz <3
juro que daria minha vida por esse doidinho do deserto
Muito interessante a forma como o filme utiliza esses personagens dentro do próprio universo. Existe muita personalidade na maneira como os personagens dos Looney Tunes são incorporados à história, especialmente pela situação que pode ser comparada ao mito de Sísifo e, de certa forma, ao próprio capitalismo e ao American Dream: estar sempre almejando mais, buscando mais, enquanto o próprio sistema que fornece as ferramentas para alcançar esses objetivos é também aquilo que faz você falhar, levando-o a comprar ainda mais ferramentas e, consequentemente, alimentando outro sistema dentro do próprio sistema.
De todas as maneiras, Dave Green soube fazer um filme sem destruir a personalidade tão icônica dos Looney Tunes. Inclusive, mesmo para quem não está familiarizado com os personagens, o filme consegue ser bastante fluido e ter conteúdo em sua abordagem.
Às vezes parece que o filme acaba limitado pela própria infinitude de possibilidades que possui, equilibrando-se entre “vamos entrar em um Space Jam e transformar tudo em Looney Tunes” e “vamos fazer algo mais humanístico, como Back in Action”. Essa indecisão acaba arrastando alguns momentos ou fazendo com que determinadas cenas pareçam apenas uma tela verde com personagens tentando demonstrar preocupação com um vazio que não conseguimos sentir da mesma maneira. Em outros momentos, parece que a tecnologia está ali principalmente para demonstrar o potencial dos computadores atuais, como na cena da perseguição, enquanto a importância do mercenário para a trama acaba funcionando também como uma justificativa para explorar esse potencial.
Nostálgico e fiel sem estragar personagens que tanto amamos, colocando falas nos quais não falam por exemplo. Adorei a declaração de amizade entre Coyote e Papaléguas. Difícil acreditar que a Warner nao acreditou na sua própria criação e passou os direitos desta produção pro outro estúdio. É por isso que estão falindo.
Provando mais uma vez que não há necessidade nenhuma esses filmes que misturam pessoas com personagens animados.
Incompreensível pra criança e tedioso pra adulto. Não sei quem seria o público alvo dessa bomba