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Data de lançamento
10 Abril 2026Duração
Uma moderadora de uma plataforma de vídeos é a responsável por analisar e banir conteúdos ofensivos ou violentos do site. Recuperando-se de um trauma recente, ela acaba se deparando com um grupo que está recriando os assassinatos de Faces da Morte, controverso filme dos anos 70 que emulava snuff movies. Mas na era digital, e da desinformação online, a questão é saber: os assassinatos são reais ou não?
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Que perda de tempo, meu Deus. Que filme ruim.
Eu até consigo entender a proposta do filme e acho interessante a ideia envolvendo os vídeos violentos e a preocupação da Margot com o conteúdo que está circulando. Essa parte, inclusive, é uma das poucas coisas que consegui comprar dentro da história. A situação dela trabalhando com moderação de conteúdo e se deparando com aqueles vídeos consegue, de certa forma, soar verídica e até interessante.
O problema começa quando a história transforma isso em toda aquela obsessão da Margot em ir atrás do assassino.
A motivação dela simplesmente não funcionou para mim. Eu não senti que existia uma razão realmente forte ou impactante para ela se colocar naquela situação. Em vários momentos, parecia que o roteiro estava forçando a personagem a tomar determinadas decisões apenas para fazer a história acontecer. E, sinceramente? Eu passei boa parte do filme torcendo para ela ser pega. 😂 Achei a Margot extremamente chata e não consegui criar nenhuma conexão com a personagem.
E tem outra coisa que me incomodou MUITO: a maneira como ela consegue escapar das situações quando finalmente cai nas mãos do assassino.
Não é nem uma questão de dizer que “isso é impossível” ou que o filme precisava ser 100% realista. O problema é a conveniência do roteiro. O cara já tinha feito aquilo com várias outras pessoas, homens e mulheres, e aparentemente ninguém conseguia simplesmente se livrar dele daquela maneira. Aí chega a Margot e ela consegue sobreviver, escapar e virar praticamente a única pessoa capaz de sair daquela situação.
Fica aquela sensação de: “Ah, mas ela é diferente porque o roteiro precisa que ela seja.”
E isso me tirou completamente da história. Se o filme tivesse construído melhor as habilidades dela, mostrado por que ela seria capaz de reagir daquela maneira ou dado algum elemento que justificasse aquela diferença em relação às outras vítimas, talvez funcionasse. Mas, do jeito que foi apresentado, pareceu muito conveniente e fantasioso. Não no sentido de ser sobrenatural, mas de ser conveniente demais para a protagonista.
E isso é ainda mais frustrante porque o histórico do assassino faz parecer que ele é extremamente perigoso e que outras pessoas já passaram por situações muito piores. Só que, quando chega a vez da protagonista, parece que as regras mudam.
Agora, uma coisa eu preciso reconhecer: as atuações são muito boas. Barbie Ferreira, como Margot, e Dacre Montgomery, como Arthur, entregam bastante. “Barbie Ferreira, conhecida por Euphoria, e Dacre Montgomery, de Stranger Things” — e realmente não tenho o que reclamar deles. O problema, para mim, está muito mais no roteiro e na construção dos personagens do que nas atuações.
E o mais estranho é que o filme nem chega a ser exatamente parado. Acontecem coisas. Só que eu estava completamente desinteressado. Não existia aquele pico de tensão ou aquela vontade de descobrir o que aconteceria depois. Eu estava assistindo simplesmente para terminar.
No final, Faces da Morte não me convenceu. A ideia até tinha potencial, mas a motivação da protagonista não me pegou, as decisões dela pareceram forçadas e a maneira como ela consegue escapar do assassino foi conveniente demais para o meu gosto.
Fui até o final na força do ódio. 😂
Tirando as atuações, que são realmente muito boas, para mim o filme foi uma grande decepção. Eu queria terminar e poder dizer “valeu a pena”, mas sinceramente? Não valeu.
Po muito doido, gostei do filme, nao tenho coragem de assistir os clássicos
É regular, poderia ser melhor aproveitado pois a atmosfera com as gravações de 1970 são interessantes mas algumas escolhas do roteiro pesam no resultado.
Gostei! achei bem criativa a sacada de utilizar o clássico e polêmico documentário oitentista como pilar da trama. Entre acertos e alguns errinhos o filme mantém o publico ligado e faz valer a sessão.
muito bom!!!!!!! Além de nós dar meta linguagem ainda nos deu uma final girl gordinha!! perfeito