Dirigido por
Data de lançamento
1 Out. 1978Duração
Billy Hayes (Brad Davis), um estudante americano, ao visitar a Turquia decide traficar alguns pacotes de haxixe, prendendo-os debaixo de suas roupas. Seu plano acaba não dando certo e ele é preso, com sua vida se transformando em um pesadelo a partir de então, pois é brutalmente espancado e jogado em uma imunda prisão. Quando espera ser libertado é levado a um novo julgamento com efeito retroativo, que o condena a uma longa pena.
Bom, mas nada demais, principalmente pelo final tão fantasioso; totalmente contrário ao com o resto do filme. Nota 7,5.
Brad Davis e John Hurt estão ótimos, especialmente o Hurt. A ambientação crua corrupta e opressiva é muito bem feita e infelizmente retata bem o entes e o agora. 06/09/2026
Tenso.
A cena da língua e da morte do policial foram gratificantes. Kkkkk
Impecável. E extremamente forte, pesado.
Atuações também primorosas.
5 estrelas, óbvio!
Dirigido por Alan Parker e com roteiro de Oliver Stone este é um dos filmes mais viscerais e controversos da história do cinema. A sensação de claustrofobia e desespero é muito realista e faz quem assiste se colocar o tempo todo na situação de impotência do personagem. Impossível ver esse filme e não ficar com um trauma eterno de ser preso no exterior...
Brad Davis entrega uma atuação dramática e física impressionante, a forma como o personagem vai se transformando e perdendo a sanidade ao longo aos poucos é assustadoramente e convincente.
A parte final quando Billy perde as esperanças de ser libertado ou embarcar no "Expresso da Meia-noite" é desesperadora. Assim como a sequência do hospício com a visita da namorada que é pesada e marca pra sempre a memória.
O único ponto negativo é o desfecho fantasioso e não retrata como a fuga realmente aconteceu. Na vida real Billy não mata nenhum e nem sai pela porta da frente da prisão. Na verdade ele foi transferido para uma prisão de segurança mínima na ilha de Imrali em 1975 e aproveitou uma tempestade pra roubar um bote a remar até o continente e depois chegar na fronteira da Grécia, onde foi detido e depois deportado para os EUA.
Se tivessem produzido exatamente o desfecho real teria ficado até mais emocionante do que aquele que foi inventado, além de preservar a autenticidade da história. Mas é um detalhe que não estraga o filme, já que o final alternativo também dá um encerramento dramático e impactante que a história precisava.
Curiosidades: O filme foi muito criticado por criar um estereótipo negativo duradouro sobre a Turquia e teve um efeito devastador no turismo do país por décadas. O governo turco proibiu o filme no país por quase 15 anos após o lançamento.
Anos depois, em uma visita à Turquia, Oliver Stone pediu desculpas pela forma como o povo turco foi retratado no filme, admitindo que "exagerou na dose" para criar o efeito dramático. Em 2007, Billy Hayes também voltou à Turquia para pedir desculpas ao povo turco pelo impacto negativo que o filme causou à imagem do país, reforçando que amava Istambul e que seus problemas eram com a lei e não com as pessoas.
Embora a história se passe na Turquia, a produção ocorreu quase inteiramente no Forte de Santo Elmo, na capital maltesa, Valletta, depois que a permissão para filmar em Istambul foi negada. Os créditos finais afirmam que o filme foi feito inteiramente em locações em Malta. No entanto, as cenas de fundo de Istambul foram feitas por uma pequena equipe fingindo estar filmando um comercial de cigarros.