Uma jovem mãe iraniana e a sua filha de seis anos encontram refúgio num abrigo para mulheres na Austrália durante as duas semanas do Nowruz, o Ano Novo iraniano.
Uma história sensível a agridoce, sobre a jornada da libertação, mais um daqueles filmes que mostra aspectos socioculturais, e o quanto é necessário as revisões para uma sociedade mais justa, empática e democrática. É o quarto filme interessante que assisto com essa atriz Iraniana Zahra Amir Ebrahimi, todos muito recomendáveis Holy Spider (pesadasso) , White Paradise, Teerã Tabu, que venha mais projetos.
Filme maravilhoso e altamente relevante. Mostra como o patriarcalismo fundamentalista persegue as mulheres iranianas mesmo muito longe de seu país natal, exiladas em países socialmente mais desenvolvidos. A atriz mirim que interpreta a filha da protagonista tem uma das melhores atuações infantis que já assisti na vida. É a doçura em pessoa.
Uma história sensível a agridoce, sobre a jornada da libertação, mais um daqueles filmes que mostra aspectos socioculturais, e o quanto é necessário as revisões para uma sociedade mais justa, empática e democrática. É o quarto filme interessante que assisto com essa atriz Iraniana Zahra Amir Ebrahimi, todos muito recomendáveis Holy Spider (pesadasso) , White Paradise, Teerã Tabu, que venha mais projetos.
Quanto talento nas atrizes que interpretam mãe e filha!
Nossa, só de imaginar a quantidade de mulheres que enfrentam o mesmo pesadelo da Shayda cotidianamente... é de esmagar o coração.
Belo, triste, sensível
Filme maravilhoso e altamente relevante. Mostra como o patriarcalismo fundamentalista persegue as mulheres iranianas mesmo muito longe de seu país natal, exiladas em países socialmente mais desenvolvidos. A atriz mirim que interpreta a filha da protagonista tem uma das melhores atuações infantis que já assisti na vida. É a doçura em pessoa.
Filme bem legal e necessário. Curioso a pai dar a filha uma bola de futebol e a camisa da seleção iraniana se as mulheres nem podem assistir futebol.