Nola Darling é uma jovem negra que vive em Nova York e se preocupa com o fato de seu apetite sexual a tenha tornado esquisitona e manipula com destreza seus relacionamentos com três homens diferentes, nenhum dos quais pode satisfazê-la inteiramente.
Ela Quer Tudo é um clássico cult, longa metragem de estreia de Spike Lee. Navegando pelas possibilidades da Netflix o encontro dando sopa e vamos lá: play ▶! A bonita fotografia é em preto e branco e nas apresentações iniciais dos personagens o filme faz quebras da quarta parede, trazendo em alguns momentos ares de uma produção documental. A linguagem diferenciada de Spike Lee desde seus primeiros trabalhos, é sintoma do profissional sui generis que ele é. E a narrativa não fica pra trás, o diretor nos insere a não monogamia, que convenhamos, é extremamente normal para homens (claro que não consentido com suas respectivas), e além dela, algo muito mais poderoso, que é a liberdade declarada de uma mulher. No segmento da metragem acompanhamos como Nola desenrola suas relações, os inevitáveis problemas que elas geram e como ela vai lidando com tudo. Não entendi bem o motivo do uso da colorização naquela cena em específico. Nola é incompreendida e sofre, tem sua convicação abalada, mas por fim, não se perde. Uma maravilhosa mulher!
Spike nos leva pela história de Nola que está plena em sua melhor vida com três parceiros, enquanto todas as outras pessoas ao seu redor ficam loucas tentando descobrir o porque ela tem três parceiros (traumas, daddy issues, vício etc) ao mesmo tempo que tentam convencê-la a deixar "esta vida". Nola é verdadeira com todos e recebe pedras por todos os lados e
quando decide deixar de seguir a si mesma as piores coisas acontecem fico feliz que ao final ela tenha esoclhido continuar sendo verdadeira consigo mesma e vivendo o que escolheu para ela
.
Traz muitas reflexões sem deixar de entreter em nenhum momento. Os personagens e as situações são tão cativantes que dá para deixar os aspectos técnicos um pouco de lado.
Um filme com uma fotografia bonita e.....só. Uma personagem principal que de forte e empoderada não tem nada, onde num primeiro momento demonstra falta de caráter ao ficar com 3 homens simultaneamente e depois demonstra uma submissão incrível a um deles, inclusive se submetendo a um estupro para manter sua dependência. Nota 5,0. 1*
Spike Lee estreando na direção e dando show. Ele escolheu a fotografia em preto e branco, e a ambientação urbana, algo que sempre faz muito bem. Roteiro mostra a força de uma mulher independente, mesmo antes de este assunto está em voga. E o que eu achei interessante também é que as cores aparecem quando os personagens estão em um momento mais feliz e artístico no contexto deles.
Ficou muito claro nos primeiros 10 min que era o primeiro filme dele. Em relação a direção de atores principalmente. Mas parabéns. Sabe filmar de forma belíssima um umbigo e uma ****. Boa discussão sobre monogamia, patriarcado, feminismo.
Ela Quer Tudo é um clássico cult, longa metragem de estreia de Spike Lee. Navegando pelas possibilidades da Netflix o encontro dando sopa e vamos lá: play ▶! A bonita fotografia é em preto e branco e nas apresentações iniciais dos personagens o filme faz quebras da quarta parede, trazendo em alguns momentos ares de uma produção documental. A linguagem diferenciada de Spike Lee desde seus primeiros trabalhos, é sintoma do profissional sui generis que ele é. E a narrativa não fica pra trás, o diretor nos insere a não monogamia, que convenhamos, é extremamente normal para homens (claro que não consentido com suas respectivas), e além dela, algo muito mais poderoso, que é a liberdade declarada de uma mulher. No segmento da metragem acompanhamos como Nola desenrola suas relações, os inevitáveis problemas que elas geram e como ela vai lidando com tudo. Não entendi bem o motivo do uso da colorização naquela cena em específico. Nola é incompreendida e sofre, tem sua convicação abalada, mas por fim, não se perde. Uma maravilhosa mulher!
Que filme divertidíssimo e atual.
Spike nos leva pela história de Nola que está plena em sua melhor vida com três parceiros, enquanto todas as outras pessoas ao seu redor ficam loucas tentando descobrir o porque ela tem três parceiros (traumas, daddy issues, vício etc) ao mesmo tempo que tentam convencê-la a deixar "esta vida". Nola é verdadeira com todos e recebe pedras por todos os lados e
quando decide deixar de seguir a si mesma as piores coisas acontecem fico feliz que ao final ela tenha esoclhido continuar sendo verdadeira consigo mesma e vivendo o que escolheu para ela
Traz muitas reflexões sem deixar de entreter em nenhum momento. Os personagens e as situações são tão cativantes que dá para deixar os aspectos técnicos um pouco de lado.
Um filme com uma fotografia bonita e.....só. Uma personagem principal que de forte e empoderada não tem nada, onde num primeiro momento demonstra falta de caráter ao ficar com 3 homens simultaneamente e depois demonstra uma submissão incrível a um deles, inclusive se submetendo a um estupro para manter sua dependência. Nota 5,0. 1*
Spike Lee estreando na direção e dando show. Ele escolheu a fotografia em preto e branco, e a ambientação urbana, algo que sempre faz muito bem. Roteiro mostra a força de uma mulher independente, mesmo antes de este assunto está em voga. E o que eu achei interessante também é que as cores aparecem quando os personagens estão em um momento mais feliz e artístico no contexto deles.
Ficou muito claro nos primeiros 10 min que era o primeiro filme dele. Em relação a direção de atores principalmente. Mas parabéns. Sabe filmar de forma belíssima um umbigo e uma ****. Boa discussão sobre monogamia, patriarcado, feminismo.