Conta a história de um traficante de drogas que, durante um assalto a um carro, rouba uma Câmera Filmadora.Decide então, usá-la para registrar o seu dia a dia de traficante.
Um handmovie chato. Mostra o cotidiano de um traficante que não é nada interessante. me lembrei de GTA assistindo, só que o game é bem mais interessante. A única coisa que eu particularmente consegui extrair de bom, foi perceber que o problema da criminalidade em qualquer lugar do mundo se concentra na educação (ou falta dela), na falta de oportunidade, e muitas das vezes no preconceito e racismo.
Um filme documentário que talvez não encaixe na definição de ‘mockumentário’ (falso documentário). Estrelado por um ladrão e traficante na vida real Curtis Snow. Mistura magistralmente realidade com ficção, fiquei altamente perdido, "me deu um nó na cabeça" - não sabia até que ponto era real ou não, esse é justamente objetivo da produção.
Cheguei à conclusão de que é assustadoramente real, um elemento chave é o realismo que agarra o público nos primeiros segundos de filme. Com atração de realismo desarma e perturba o espectador.
Pouco pode ser dito sobre o aparato técnico da produção, pois a câmera foi “roubada” por um bandido que é o protagonista da história. Como ele roubou e concluiu as filmagens são os elementos mais fracos e soaram desesperadamente artificiais, mas são de grande impacto.
Questões de autenticidade de lado, o "diretor" despeja entendimento perspicaz de como justapor a câmera na mão, para retratar as explosões entre gangues, intervenções da polícia, o tráfico de drogas, os moradores do bairro e de todo o caos que impera na periferia da Cidade de Atlanta.
Devemos aceitar a validade deste retrato da vida urbana, porque simplesmente vem a nós através de uma lente de uma câmera balançando? - Cada cabeça uma sentença... Pareceu-me extremamente válido e pertinente.
O anti-herói errante e traficante de drogas prova ser inteligente, estimuloso, cômico, engenhoso, violento e, finalmente, irresponsável. Um retrato dimensional, sem contornos fortes que aprecio por demais.
Resulta em uma das experiências mais estranhas que tive em filmes urbanos. Alguns momentos são horríveis, deprimentes, sem esperança e estranhamente desmotivacionais, será que não há refugio no Gueto?
Onde termina o documentário e começa a ficção? Ou, vice-versa? - Simplesmente um mistério. É Assistir para tentar entender o mistério. Vale uma conferida urgente.
Obs.: A produção tem todos os quesitos para figurar entre os filmes com mais palavrões e afins da história da humanidade, barbaridade!
Um handmovie chato.
Mostra o cotidiano de um traficante que não é nada interessante. me lembrei de GTA assistindo, só que o game é bem mais interessante.
A única coisa que eu particularmente consegui extrair de bom, foi perceber que o problema da criminalidade em qualquer lugar do mundo se concentra na educação (ou falta dela), na falta de oportunidade, e muitas das vezes no preconceito e racismo.
Um filme documentário que talvez não encaixe na definição de ‘mockumentário’ (falso documentário). Estrelado por um ladrão e traficante na vida real Curtis Snow. Mistura magistralmente realidade com ficção, fiquei altamente perdido, "me deu um nó na cabeça" - não sabia até que ponto era real ou não, esse é justamente objetivo da produção.
Cheguei à conclusão de que é assustadoramente real, um elemento chave é o realismo que agarra o público nos primeiros segundos de filme. Com atração de realismo desarma e perturba o espectador.
Pouco pode ser dito sobre o aparato técnico da produção, pois a câmera foi “roubada” por um bandido que é o protagonista da história. Como ele roubou e concluiu as filmagens são os elementos mais fracos e soaram desesperadamente artificiais, mas são de grande impacto.
Questões de autenticidade de lado, o "diretor" despeja entendimento perspicaz de como justapor a câmera na mão, para retratar as explosões entre gangues, intervenções da polícia, o tráfico de drogas, os moradores do bairro e de todo o caos que impera na periferia da Cidade de Atlanta.
Devemos aceitar a validade deste retrato da vida urbana, porque simplesmente vem a nós através de uma lente de uma câmera balançando? - Cada cabeça uma sentença... Pareceu-me extremamente válido e pertinente.
O anti-herói errante e traficante de drogas prova ser inteligente, estimuloso, cômico, engenhoso, violento e, finalmente, irresponsável. Um retrato dimensional, sem contornos fortes que aprecio por demais.
Resulta em uma das experiências mais estranhas que tive em filmes urbanos. Alguns momentos são horríveis, deprimentes, sem esperança e estranhamente desmotivacionais, será que não há refugio no Gueto?
Onde termina o documentário e começa a ficção? Ou, vice-versa? - Simplesmente um mistério. É Assistir para tentar entender o mistério. Vale uma conferida urgente.
Obs.: A produção tem todos os quesitos para figurar entre os filmes com mais palavrões e afins da história da humanidade, barbaridade!