Duração
Um sepulcro repleto de corpos de soldados sérvios é descoberto na Bósnia. Sophie Morgan (Kate Atkinson), uma bela e dedicada promotora, é designada para encontrar os responsáveis pelo massacre. Suas investigações a levam até um pequeno vilarejo na Nova Zelândia, onde vive um grupo de soldados que serviu na Bósnia dez anos antes. Lucas Chrichton (Andy Rodoreda), um ex-soldado do exército que havia comandado o batalhão, se vê frente a frente com um pesadelo do passado, já que esconde um grande segredo que vai se revelando à medida que Sophie se aproxima da verdade.
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É preciso relevar, ser compreensivo, aí acho que vale a pena ver esse filme.
Trata-se de uma produção mediana, os atores são limitados, o roteiro um tanto pretensioso, mas a temática é boa, valendo mais pela intenção que pela execução, podendo render bons conhecimentos e reflexões interessantes.
A trama parte de assassinatos (crimes de guerra) cometidos contra soldados sérvios, por um grupo de soldados da força de paz da Nova Zelândia, a serviço da ONU, ocorridos no interior da Bósnia na Guerra da Iugoslávia dos anos 90. Nada indica tratar-se de uma história baseada em acontecimentos reais.
O assunto (crimes de guerra) vem ganhando destaque desde a II GM.
Como se houvesse alguma ética ou dever moral na guerra, que por si só pode já ser um crime...
Seja como for, certas condutas contra civis, ou até contra militares de uma frente inimiga, passaram a ser consideradas criminosas, mesmo em estado de guerra, podendo serem julgadas e punidas pelo Tribunal Internacional de Haia, Holanda, com base sobretudo em dispositivos da Convenção de Genebra (1949) e do Estatuto de Roma (1998).
No caso do filme, o que mais desperta atenção é que os soldados da força de paz fizeram um pacto de manter em segredo as atrocidades cometidas contra os militares sérvios. Porém quando, pela ganância de um deles, o silêncio foi quebrado, sendo vazadas sucessivas informações para a imprensa sobre os fatos da chacina, sobreveio um escândalo mundial e instaurou-se o caos entre os “soldados amigos”, daí imperando desconfiança e violência no grupo, onde ninguém mais conseguiu dormir direito, em razão do pânico gerado pelas investigações e do medo um possível julgamento.
Nota 7.
pior que bater na mãe
Um começo inteligente, mas que se perde no final.