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Com mais de 40 anos, Steve Landry é um boxeador que perdeu mais lutas do que ganhou. Antes de pendurar as luvas, ele aceitou uma oferta que muitos se recusam a se tornar o sparring nos treinos do campeão Tarek M'Bareck. Uma última chance de brilhar com sua esposa e filhos.
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Não é um afogo angustiante. Mas é a familiar capacidade francesa de saltar nas profundezas da simplicidade e encher os pulmões do ensurdecedor silêncio que nos emudece.
Boas interpretações e bom roteiro.
Um filme que mostra a outra face do esporte. Sem glamour.
Mais uma prova que não é necessário um grande investimento para fazer um bom filme.
interessante um filme de Boxe sobre um lutador que só perde...
"Sparring" é uma obra que trata de um tema já muito retratado no cinema: o boxe. Esta modalidade desportiva tem ingredientes certos (por ser metaforicamente similar à vida) para ser colocada no grande ecrã. O filme de Samuel Jouy procura uma abordagem diversa, mas apenas o consegue, de forma superficial. Mathieu Kassovitz (sempre impecável) merecia um pouco mais do roteiro. Filme com alguns motivos de interesse, porém, não sai da mediania. Nota:3(0-5)
A linha tênue entre a prepotência e a autoconfiança, todos os atletas caminham nessa corda bamba, uma hora eles caem dela. Não se pode ganhar todas.
Um filme sobre resiliência, uma homenagem às nossas inúmeras derrotas.
Como o poeta André Dahmer escreveu em uma barra de exercícios de uma praça: Os fracos vencerão.