Um diretor de cinema faz confidências ao seu interlocutor. Ele fala sobre o processo de trabalho, sobre bloqueios criativos, crises artísticas e forças expressivas. A dada altura, percebe-se que essa conversa poderia se transformar em um filme. E é neste mesmo filme que vemos os dois.
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Fantástico, onírico, grandioso, auto-indulgente e excessivamente auto-referencial como uma sessão de psicoterapia em frente a monumentos arquitetônicos semi-consumidos pela ação do tempo. Caso Thomas Bernhard fizesse um filme, este seria ele.